Bem Viver
25/01/2012 - 20:30
Pesquisa avalia 11 milhões de corredores
No período de 2000 a 2010 foi realizada pesquisa com cerca de 11 milhões de corredores nos EUA e publicada no “New England Journal of Medicine”.
O resultado tranquiliza a respeito de riscos cardíacos em quem pratica maratonas ou meias maratonas. “Trata-se de um estudo muito sério, que confirma que a atividade competitiva pode trazer alterações nem sempre benéficas ao coração, mas o risco absoluto não é tão grande quanto parecia”, diz o cardiologista e ritmologista da SOBRAC (Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas) Leandro Zimerman.
“O grande problema ainda é o excesso”, completa.

Embora o artigo seja revelador do ponto de análise mais quantitativo do que qualitativo, a recomendação de Zimerman é de que os maratonistas devem estar bem preparados e avaliados, pois o esforço é grande durante a atividade. “Exercícios de alta intensidade aumentam as chances de ocorrências de arritmias cardíacas e morte súbita, pois o  treinamento intenso de longo prazo altera a estrutura do coração. A pesquisa diz que o risco de morte súbita não é tão grande quanto estava se supondo até então, mas mesmo assim, o risco existe”, revela.

Outras informações sobre a pesquisa clique aqui...

Fonte: Baruco Comunicação Estratégica
 


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