Nas imagens, uma criança desolada deixa seu avião como garantia do empréstimo feito pela mãe. No filme, a CEF gloriosamente finaliza informando que nas vésperas do Natal de 1961 devolveu os brinquedos e perdoou as dívidas.
Uma verdadeira vergonha para o Brasil um banco público receber como penhora brinquedos e mais uma vergonha falar que perdoou a dívida. Será que os marqueteiros de plantão, contratados a peso de ouro pela Caixa, não alertaram aos "prestativos funcionários públicos da estatal" sobre a negativa deste filme? Ou só pensaram no dinheiro que iriam ganhar com a produção e veiculação.
Recentemente os mesmos marqueteiros veicularam um filme comemorativo do 150 anos colocando Machado de Assis, que era negro, branquinho, branquinho...
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