“O termo de compromisso estabelecido com o MEC não prevê apenas o corte de vagas. Prevê a contratação de professores titulados, alteração do regime de trabalho do corpo docente, melhoria das condições de infra-estrutura. Só atacando o problema no seu conjunto, as deficiências todas que foram detectadas pela comissão supervisora, é que isso vai impactar na melhoria do ensino jurídico no país”, disse o ministro da educação Fernando Haddad. Ele ressalta ainda que o ministério continuará monitorando os cursos semestralmente.
Para Cezar Britto, presidente da OAB, a decisão foi acertada, pois havia um número excessivo de estudantes de direito desqualificados. Ele recomendou ainda que os alunos que se sentirem lesados devem entrar na justiça. A instituição mais afetada foi a Universidade Paulista (Unip) que perdeu mais de seis mil vagas.
Fonte: www.jornaldaciencia.com.br
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