Portal O Debate
Grupo WhatsApp

O estranho que nós amamos

O estranho que nós amamos

16/08/2017 Oscar D'Ambrosio

O filme traz para o centro da discussão diversos aspectos da psicologia humana.

Em tempos de empoderamento feminino, o filme “O estranho que nós amamos” (“The Beguiled”), dirigido por Sofia Coppola, é obrigatório. Traz para o centro da discussão diversos aspectos da psicologia humana e do relacionamento entre homens e mulheres em situações de extrema tensão.

A ação se dá em Virginia, em plena Guerra Civil dos EUA. A estabilidade de um internato de mulheres sulista é quebrado quando uma das jovens encontra no bosque um cabo da União ferido em combate. A primeira discussão surge justamente sobre a conveniência ou não de ajudar na recuperação dele e de denunciar a sua presença aos inimigos.

O soldado desperta reações distintas em todas as mulheres daquele espaço, desde a coordenadora até as crianças, passando por uma jovem em busca de uma nova vida e uma adolescente. Os elos vão progressivamente se articulando em ações que vão do carinho e da compreensão para a violência e a irracionalidade.

Interpretar o filme apenas por um olhar feminino é empobrecer a riqueza de relações humanas que ele traz à tona. Existem nos diálogos e na linguagem do corpo e dos olhares um infinito potencial de análise sobre o sentido da própria existência para cada um e como isso se articula com a presença de um estranho num ambiente aparentemente estável.

* Oscar D´Ambrosio é Doutor em Educação, Arte e História da Cultura e Mestre em Artes Visuais, atua na Assessoria de Comunicação e Imprensa da Unesp.



As histórias que o padre conta

“Até a metade vai parecer que irá dar errado, mas depois dá certo!”

Autor: Dimas Künsch


Vulnerabilidades masculinas: o tema proibido

É desafiador para mim escrever sobre este tema, já que sou um gênero feminino ainda que com certa energia masculina dentro de mim, aliás como todos os seres, que tem ambas as energias dentro de si, feminina e masculina.

Autor: Viviane Gago


Entre o barril de petróleo e o de pólvora

O mundo começou a semana preocupado com o Oriente Médio.

Autor: Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves


Nome comum pode ser bom, mas às vezes complica!

O nosso nome, primeira terceirização que fazemos na vida, é uma escolha que pode trazer as consequências mais diversas.

Autor: Antônio Marcos Ferreira


A Cilada do Narcisista

Nelson Rodrigues descrevia em suas crônicas as pessoas enamoradas de si mesmas com o termo: “Ele está em furioso enamoramento de si mesmo”.

Autor: Marco Antonio Spinelli


Brasil, amado pelo povo e dividido pelos governantes

As autoridades vivem bem protegidas, enquanto o restante da população sofre os efeitos da insegurança urbana.

Autor: Samuel Hanan


Custos da saúde aumentam e não existe uma perspectiva que possa diminuir

Recente levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que os brasileiros estão gastando menos com serviços de saúde privada, como consultas e planos de saúde, mas desembolsando mais com medicamentos.

Autor: Mara Machado


O Renascimento

Hoje completa 2 anos que venci uma cirurgia complexa e perigosa que me devolveu a vida quase plena. Este depoimento são lembranças que gostaria que ficasse registrado em agradecimento a Deus, a minha família e a vários amigos que ficaram ao meu lado.

Autor: Eduardo Carvalhaes Nobre


Argentina e Venezuela são alertas para países que ainda são ricos hoje

No meu novo livro How Nations Escape Poverty, mostro como as nações escapam da pobreza, mas também tenho alguns comentários sobre como países que antes eram muito ricos se tornaram pobres.

Autor: Rainer Zitelmann


Marcas de um passado ainda presente

Há quem diga que a infância é esquecida, que nada daquele nosso passado importa. Será mesmo?

Autor: Paula Toyneti Benalia


Quais são os problemas que o perfeccionismo causa?

No mundo complexo e exigente em que vivemos, é fácil se deparar com um padrão implacável de perfeição.

Autor: Thereza Cristina Moraes


De quem é a América?

Meu filho tinha oito anos de idade quando veio me perguntar: “papai, por que os americanos dizem que só eles vivem na América?”.

Autor: Leonardo de Moraes