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Para aprender valores

Para aprender valores

20/12/2015 Wagner Dias Ferreira

O acompanhamento diário dos noticiários é um meio. Assistir a filmes e documentários também.

Há milhares de formas de aprender coisas para a vida cotidiana, que podem contribuir para o desenvolvimento de valores humanos, sociais, ecológicos e de comprometimento com uma causa ligada a esses valores ou situações sociais que se pretende promover ou modificar.

O profissional do direito tem um leque enorme e excelente de opções para aprender e desenvolver valores humanos, sociais e ecológicos.

A exploração mineral do quadrilátero ferrífero de Minas Gerais sempre foi tida pela população do Estado como algo comum.

Muitas pessoas festejavam a presença da atividade econômica e seu potencial para o desenvolvimento de municípios e regiões inteiras vinculadas a esta exploração econômica.

Há os que ansiavam e ainda anseiam pelo emprego nestas empresas proeminentes do Estado que leva o nome de MINAS GERAIS.

Os profissionais do direito que já atuaram na defesa de interesses de pessoas que trabalharam para empresas mineradoras, contra os interesses dessas exploradoras de minério, sabem muito bem que este é um anseio que certamente será frustrado pela realidade.

Doenças decorrentes da insalubridade da atividade minerária, acidentes que levam à morte e violação a direitos básicos do trabalhador é parte do cotidiano das empresas.

Cidades que recentemente emergiram na exploração mineral apresentaram o aparecimento forte da prostituição e do tráfico de drogas e do constante temor de acidentes com barragens.

Todos estamos precisando adquirir valores humanos, sociais e ecológicos para observar os fenômenos que ocorrem ao redor.

Filmes como o que explicita o massacre dos índios isolados de Corumbira, o que conta a história de Ganga Zumba e Zumbi de Palmares, o novo filme do Betinho da Fome, os filmes sobre Cazuza e Renato Russo e o documentário sobre o Quilombo do Campo Grande em Minas Gerais ou mesmo filmes de histórias brasileiras “comuns” de pessoas extraordinárias são opções.

Filmes estrangeiros como As Trombetas de Gideão sempre ajudam as pessoas a revisarem seus valores e a aprender sobre o que é realmente mais importante para o homem e para sua vida.

Considerando que o povo brasileiro está convidado a refletir sobre seus valores sempre que chega o mês de novembro, quando somos lembrados que somos uma República Democrática, onde a participação de todos é imprescindível à sobrevivência, e que esta sobrevivência, no caso brasileiro, não foi, não é, e não será possível sem a consciência do valor do negro na cultura brasileira, coroados esses processos pela reflexão sobre a supremacia dos direitos humanos no planeta terra, datas que no país são o 15 de novembro, o 20 de novembro e o 10 de dezembro, nada melhor do que levar essas reflexões para o Natal e o Ano Novo que são datas em que mais se abre o coração humano para a solidariedade e o que há de melhor no homem.

* Wagner Dias Ferreira é Advogado e Membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB/MG.



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