Dentre os setores que mais demandaram os serviços de contact center em 2011 estão finanças, serviços e comércio. Para este ano, a expectativa do Sintelmark (Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos) é que as empresas invistam, em média, de 5% a 7% do faturamento em seus negócios.
O mercado nacional de contact center conta atualmente com cerca de R$ 1,3 milhão de pessoas. Só no estado de São Paulo, esse número chega a 400 mil profissionais e 160 mil PAs (posições de atendimento) com previsão de abertura de 32 mil novas vagas para este ano. Em todo o país, o setor ainda consolidou 1,5 bilhão de chamadas por mês, o equivalente a sete ligações por cada brasileiro em 2011.
De acordo com Andres Enrique Rueda Garcia, presidente da URANET Projetos e Sistemas, especializada em soluções para contact center, o mercado cresce ano a ano e ainda é um dos que mais emprega no Brasil.
“Temos que valorizar este diferencial e adotar medidas que reforcem esta nossa posição privilegiada no mercado. Cabe a nós, empresários do setor, investir na melhoria constante dos processos, das tecnologias e na capacitação e qualificação dos profissionais que estão na linha de frente do atendimento”, afirma Garcia.
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