Essa é uma das abordagens que o escritor Luís Giffoni adota em seu 21º livro: “O Fascínio do Nada”. A obra, que foi lançada no dia 15, na Bienal do Livro de Minas Gerais, no Expominas, é uma coletânea de pequenos ensaios/crônicas com singular valentia crítica e lucidez intelectual onde se mesclam artigos inéditos e alguns publicados na imprensa.
Em "O Fascínio do Nada", Giffoni examina um caleidoscópio de temas e pontua questões que nos confrontam com a realidade do século 21, no Brasil e no mundo. Debate temas como os modelos de educação vigentes, o papel da cultura do fácil na sociedade virtual que privilegia a banalidade, a superficialidade e o excesso de informação, os paradigmas, conceitos e costumes que ao longo do tempo acabam na vala comum dos modismos de época, a voracidade imperialista norte-americana, as descobertas científicas que expandiram as fronteiras do Universo e outros.
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