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Kalil mantém fluxo de trabalhadores nas escolas

Kalil mantém fluxo de trabalhadores nas escolas

18/03/2021 Divulgação

Prefeito culpa empresas por lotação nos transportes coletivos, mas não dá o exemplo e convoca trabalhadores terceirizados para o trabalho presencial.

Em entrevista coletiva realizada na última sexta-feira (12/03), o prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) anunciou novas restrições de circulação e das atividades comerciais na cidade. Segundo Kalil, apenas os serviços essenciais poderão funcionar, sendo a medida mais dura de fechamento desde o início da pandemia

Apesar das medidas, o prefeito foi questionado sobre a aglomeração no transporte coletivo, que nunca diminuiu na cidade. Estudos apontam que esvaziar o transporte coletivo deveria ser uma das principais medidas para o enfrentamento da Covid-19. Além de representar um foco constante de disseminação da doença, a lotação no transporte coletivo demonstra que a circulação de pessoas permanece alta em Belo Horizonte.

Contraditoriamente, Kalil afirmou que não podia fazer nada sobre este ponto, alegando que a Prefeitura já havia fechado tudo que podia. “Acabou o fechamento, não temos mais o que fechar”. Junto a isso, o prefeito criticou as empresas e escritórios que poderiam dispensar os seus funcionários do trabalho presencial, permitindo o home office e outras modalidades de trabalho.

Porém, a Prefeitura não dá o exemplo com os seus próprios trabalhadores. As Escolas Públicas da Rede Municipal estão cheias de trabalhadores terceirizados que prestam serviço para a MGS. Os trabalhadores da manutenção, porteiros, vigias e mecanógrafos foram convocados ao trabalho presencial desde o ano passado, o que resultou na morte por Covid-19 de dois trabalhadores: o vigia Adão Nogueira, que trabalhava na Escola Municipal George Ricardo Salum, falecido no final de janeiro e o porteiro Diolino Rodrigues de Souza que trabalhava na EMEI Magalhães Drumond, falecido no dia 22 de fevereiro. Diolino fazia parte do grupo de risco.

No mesmo dia da morte de Diolino, a MGS fez a convocação de mais trabalhadores terceirizados para o trabalho presencial. Foi a vez dos serventes escolares, principalmente os trabalhadores da limpeza. Junto com a convocação, o Sind-REDE/BH recebeu a denúncia de que MGS e Prefeitura não forneceram equipamentos de segurança o suficiente, se restringindo a apenas duas máscaras para cada trabalhador.

Mais uma vez, estes trabalhadores foram convocados pela MGS ao trabalho presencial sem qualquer critério de segurança, pois muitos deles também fazem parte do grupo de risco. Assim como os trabalhadores das “empresas e escritórios que não pararam”, como sugeriu Kalil, os trabalhadores terceirizados das Escolas de Belo Horizonte também são usuários do transporte coletivo e a sua convocação ao trabalho presencial também aumenta a circulação na cidade.

O Sind-REDE/BH cobra coerência entre a ação e o discurso do prefeito Alexandre Kalil, por isso exige que todos os trabalhadores em educação sejam liberados do trabalho presencial. “Neste momento, em que os números da pandemia são os maiores já vistos, o prefeito deve assumir a sua responsabilidade com estes trabalhadores, pois a sua atitude pode ser determinante para salvar as suas vidas”, enaltece a diretoria do Sind-REDE/BH.

Fonte: Sind-REDE/BH



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