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O lavrador, e o filho Doutor

Quando era moço, muitas vezes ouvi contar a velha história ou anedota, do transmontano, que mandara o filho, estudar, para Coimbra.


Onde está a boa educação?

Outrora, o idoso, era respeitado no local de trabalho e na sociedade.


A violência doméstica

Em Portugal, desde o início do ano, apesar de se combater, por todos os meios, a violência na família, contam-se já mais de uma dezena de mulheres, assassinadas.



Onde está Deus, que não nos acode?

Certa vez, leitora – que se dizia assídua, – comentou crônica, que publiquei em jornal de Toronto.


O gestor prudente

Conheci – já passaram algumas décadas – gestor considerado exemplar.


O sabichão…

Conheço meu amigo João, desde o dia em que fomos para o Quartel de Campo Grande, em Lisboa.



A infantilidade do povo

O povo não passa de criancinha, de memória curta.


O que é cultura?

Dizia, certa vez, alguém, cujo nome já não me recordo, que: Cultura, é o que resta, depois de tudo se ter esquecido.


Resvalando para o abismo

Andamos, todos, mergulhados em profundo sono, cujos sonhos, nos iludem, e narcotiza.



Ter nome, é o que interessa

Naquele fim de tarde de Verão, de 1971, estava na livraria Figueirinhas, na companhia de meu pai, folheando as últimas novidades, expostas nos escaparates.


Entregou-se à bebida, por vergonha

Conheci-o, já lá vão muitos anos; era, ainda muito jovem, e raras vezes se encontrava sóbrio.


De Maçónico a Cristo

Vitorino Nemésio era professor universitário, de cultura invulgar, e grande erudito.