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O trampolim político do enriquecimento

Do bolo da imoralidade pública todos tiram a sua fatia, por que logo ele, o homem da quebra do sigilo bancário do caseiro Francelino, não poderia também tirar o seu pedaço?


Reforma política

Foi instalada no mês de março a Frente Parlamentar Mista pela Reforma Política com Participação Popular, com o objetivo de debater profundamente a reforma política e trazer a sociedade para esta discussão, conforme palavras do senador Rellemberg.


Mudanças nas regras de suplentes no Senado

Os senadores integrantes da Comissão Especial de Reforma Política decidiram que os suplentes apenas teriam prerrogativa para substituir, e não suceder, os senadores licenciados ou afastados do mandato por qualquer motivo. Fonte: Congresso em Foco.



Projetos faraônicos não resolvem nossas necessidades

Excelente artigo da senadora Kátia Abreu, presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), publicado no jornal Folha de São Paulo, sob o título “O governo não pode tudo”, faz abordagem positiva sobre o agronegócio brasileiro em contraposição à visão distorcida do governo, que prefere investir em projetos de propaganda política.


Gleisi Hoffmann, Itaipu & Cia

 A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) defende a revisão do acordo de Itaipu, conferindo mais recursos ao Paraguai na sociedade com o Brasil.”Devemos ajudar o Paraguai, com sensibilidade”, declara Gleisi. Ela também propõe a criação de uma aposentadoria para as donas de casa. Fonte: Congresso em Foco.


Nem tudo que reluz é ouro

Li as justificativas do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) acerca da capitulação ante o benefício vitalício de ex-governador, e tomo a liberdade para fazer algumas considerações.



A lei não é para ser flexibilizada

É preciso que no Brasil se passe a respeitar os dispositivos legais vigentes e não se tente flexibilizar a sua aplicação para atender aos interesses de políticas públicas governamentais transitórias.


Revisão de indenização a anistiados

É muita hipocrisia e esperteza dessa turma de anistiados que se valeu de indenizações ditas por perseguição política. E as pessoas que foram vítimas desses agitadores e que perderam a vida, deixando as suas famílias desamparadas, isso não significa nada na consciência espúria desses falsos moralistas e defensores de anarquistas? Por que somente o outro lado subversivo fez jus a reparo pecuniário de "injustiça sofrida", sendo indenizado pelo Estado? E o pior, algumas indenizações extrapolaram a razoabilidade, motivo pelo qual o Tribunal de Contas da União (TCU), como órgão fiscalizador das contas públicas, vai proceder a uma verificação.


Ideli Salvatti e seus subterfúgios políticos

O povo catarinense precisa conhecer melhor a sua personalidade. Acostumada a se comportar como uma extrema defensora do governo Lula no Senado, a ponto de participar do grupo que não aceitava ver o governo ser investigado por qualquer suspeita de irregularidade política, a senadora Ideli sempre soube tirar proveito de sua aparente seriedade. Sim, falo de aparente seriedade, pois quem se utiliza de subterfúgios políticos para tentar incriminar adversários não pode merecer credibilidade de ninguém, principalmente agora que pretende ser governadora estadual de Santa Catarina. Mas, certamente, grande parte do eleitor catarinense desconhece os seus métodos de fazer política. E quem procede de forma capciosa não merece governar Santa Catarina.



Governo sem caráter

O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, considera que o "caráter errático de comportamento" prejudica a conduta do PSDB ao Planalto, e chama José Serra de "biruta de aeroporto". E sobre a discussão levantada por Serra do loteamento dos cargos em ministérios, verbera: "O que eles chamam de fisiologismo é uma prática generalizada da política brasileira. Quem é o governo Serra e os governos que ele participou para falar de fisiologismo? Governaram com os partidos mais fisiológicos que esse país teve. Isso é para a plateia e reflete essa desidratação da candidatura dele."


O jeitinho trapaceiro

Senador Francisco Dornelles (PP-RJ), o Brasil precisa lembrar-se de seu nome, aliás, já velho conhecido político, por sua infeliz, ou tendenciosa manobra, ao alterar o texto de iniciativa popular para beneficiar indecorosos colegas políticos. Não se pode ser meio favorável à moralização do Congresso. Tem que se ter postura de moralizador. E o senador Dornelles fraquejou ao desrespeitar a integridade do texto do projeto Ficha Limpa, de iniciativa popular, consubstânciada hoje em mais de quatro milhões de assinaturas.


Boa educação não faz mal a ninguém

Senhor Deputado Federal Nelson Trad (PMDB-MS), todos os parlamentares devem ser fiscalizados - em seus atos públicos - por qualquer cidadão ou entidade jornalística.  O parlamentar tem o dever de dar satisfação de seus atos públicos à sociedade em geral.  Negar ou dificultar essa satisfação é demonstrar incompatibilidade com o exercício parlamentar.