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A vida de Jesus: inspirada e científica

A vida de Jesus: inspirada e científica

01/02/2017 Steve Salt

A dedicação da humanidade à ciência e à religião revela nosso desejo profundo de que tudo isso faça sentido.

A vida de Jesus: inspirada e científica

A ciência e a fé revelaram aspectos que normalmente não conseguimos observar com os sentidos físicos. Tanto a ciência como a fé puseram a descoberto universos de cuja existência não sabíamos. Do macro ao micro, o conhecimento que acumulamos tem gerado informação e sabedoria, as quais têm domado, em parte, o universo físico e nos libertado, em certa medida, dos grilhões da materialidade.

“Vós vivenciareis a verdade por vós mesmos, e a verdade vos libertará.” A declaração que Jesus proferiu há mais de dois milênios é o impulso para a teologia que ele ensinou. Essa declaração também é o alicerce de todo empreendimento científico. A revelação da verdade fundamental é o incentivo da religião e da investigação científica. O discernimento que disso resulta é o ponto de partida para livremente expressarmos domínio sobre as perplexidades da vida.

A vida de Jesus foi divinamente inspirada. Sua devoção a Deus, seu amor à humanidade e a confiança inabalável que ele tinha em uma sabedoria infinita, à qual ele se referia como “meu Pai”, são evidentes e estão registradas na Bíblia, para todas as épocas.

Ao mesmo tempo, a vida de Jesus foi profundamente científica. Como assim? Ele examinava profundamente aquilo que é real, que está além dos objetos visíveis de natureza física; ele focava o poder criador da Mente, ou seja, Deus. “Jesus de Nazaré foi o homem mais científico que já andou neste mundo”, escreveu Mary Baker Eddy. “Ele penetrava por baixo da superfície material das coisas e encontrava a causa espiritual.”

Conhecido hoje como o Salvador por bilhões de seguidores, a motivação de Jesus, de falar a verdade e dar amor acima de tudo, foi o fundamento de sua obra de cura. Ele corroborava suas palavras com provas. Seja impactando a vida de um indivíduo pela cura de doenças físicas e mentais, ou mudando a experiência de milhares de pessoas ao prover sustento onde não havia alimento disponível, as obras de Jesus davam provas da profunda compreensão que ele tinha da realidade e seus subjacentes elementos espirituais.

Era o conhecimento desses elementos que lhe permitia demonstrar constantemente a teologia que ele professava. Ao invés de demonstrações de forças inexplicáveis e misteriosas que só ele podia fazer, as curas que Jesus realizou proporcionavam uma percepção inabalável e verossímil de uma dimensão fora do ponto de vista da natureza física.

Um fato igualmente importante é que essas demonstrações de cura também podem ser realizadas por aqueles que começam a compreender e a seguir os ensinamentos dele. “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai”, declarou Jesus. Ele ensinou a seus alunos a eficácia sanadora daquilo que veio a ser conhecido como Cristianismo. E os alunos continuaram a ensinar outras pessoas. Embora o elemento de cura do Cristianismo tenha ficado adormecido por muitos séculos, por fim ele foi restabelecido no século XIX com a descoberta da Ciência Cristã.

Jesus encontrou maneiras de explicar os ensinamentos dele, para que todos pudessem adquirir certo nível de compreensão. Parábolas, analogias, questionamentos, repetição e lições objetivas foram alguns dos meios que ele empregou para transmitir conhecimento. Embora não tenha apresentado nenhum método estereotipado para transmitir sua compreensão a respeito da realidade, ele apresentou regras fundamentais que promoveram o progresso de seus alunos e desenvolveram a curiosidade deles por conceitos espirituais.

O Sermão do Monte, proferido por Jesus, é um bom exemplo disso. Nesse admirável sermão, ele expôs aos ouvintes conceitos mais profundos a respeito de Deus e da realidade, apresentou formas arrojadas de pensar diferentes das normas aceitas, e estabeleceu novos padrões de comportamento que promoveram a saúde e a união. “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra”, anunciou ele. “Vós sois a luz do mundo.” Ele havia acabado de expor seus pensamentos quando curou um leproso.

Dois mil anos mais tarde, empreguei os ensinamentos de Jesus para curar erupções cutâneas, lesões, dor de cabeça, resfriados e outras doenças, além de estresse e depressão. Problemas nos negócios e questões financeiras foram amenizados, e relacionamentos também se tornaram melhores. As explicações de Jesus a respeito da realidade espiritual, e as provas que se seguiram no mundo físico, são ainda hoje verdadeiras.

Embora Jesus estivesse focando as relações e a natureza do existir, não deveríamos esquecer que ele conseguiu chamar a atenção da humanidade, inclusive a minha atenção, para a conexão que existe entre a experiência humana e os conceitos infinitos, eternos e espirituais que ele ensinou. Sua mensagem não era retórica sobre questões teológicas, mas era o discernimento prático quanto aos problemas prementes daquela época.

Jesus compreendia que muitas dessas questões eram efeitos de nos sentirmos separados de Deus, separados uns dos outros e, até mesmo, de nós mesmos. Esses sentimentos, por sua vez, se manifestavam em desconfiança, desrespeito e ódio. Ele nos deixou, em contrapartida, aquilo que definiu como os dois grandes mandamentos: amar a Deus e amar o próximo como a si mesmo. Embora para algumas pessoas esses mandamentos possam parecer simplistas e fora do âmbito científico, os efeitos de se seguir essas regras fundamentais mudaram o curso da humanidade.

Por que amar? Porque o amor, em seus aspectos mais amplos, estabelece nossa trajetória na inclusão, na qual cada indivíduo é considerado importante; não meramente um em meio a bilhões de pessoas, mas um em completude, individualidade e originalidade. O amor é a centelha que nos ajuda a definir nosso propósito. “O Amor inspira, ilumina, designa o caminho e nele nos guia”, escreve Eddy. “Os motivos corretos dão asas ao pensamento e força e liberdade à palavra e à ação.”

Aqueles momentos de discernimento, inspiração espiritual e intuição, como também o conhecimento adquirido pelo estudo e pela prática — em uma palavra, ciência — nos permitem desfazer-nos das limitações da ignorância e alcançar a sabedoria divina que flui de maneira ilimitada e não pode permanecer desconhecida para aqueles que buscam respostas para as grandes e pequenas questões que fazem parte do dia a dia.

* Steven Salt escreve blogs que abordam a correlação entre ciência, espiritualidade e saúde, como Professor e Comitê de Publicação da Ciência Cristã para Ohio, EUA. Contato no Brasil: brasil@compub.com.


Artigo publicado originalmente em Cleveland Plain Dealer.



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