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Curta o Carnaval sem glúten e sem preocupações

Curta o Carnaval sem glúten e sem preocupações

01/03/2019 Divulgação

Dicas para curtir a viagem de Carnaval sem preocupações.

Curta o Carnaval sem glúten e sem preocupações

Com a aproximação do feriado, muita gente aproveita o recesso para viajar. Mas quem segue uma dieta com restrição de glúten acaba encontrando dificuldades para comer fora de casa, seja em outra cidade ou país.

A endocrinologista Silva Bretz, do Rio de Janeiro, que há mais de três anos faz restrição total de glúten e lactose, dividiu com a gente algumas dicas para curtir a viagem sem preocupações.

Muitas companhias aéreas já fornecem lanches sem glúten, principalmente em voos internacionais. O ideal é fazer a solicitação no momento da reserva ou quando for fazer a marcação dos assentos, com pelo menos 48 horas de antecedência. Já em voos domésticos o serviço nem sempre é oferecido. Por via das dúvidas, previna-se e leve sempre um lanchinho.

- Utilize aplicativos de celular como o Gluten-Free Near Me, que mapeiam lojas e restaurantes próximos de você voltados ao público celíaco. No Brasil, uma opção recente é o UNA (do inglês “You are not Alone”), uma rede social mobile que permite geolocalização de estabelecimentos e aproxima usuários com intolerâncias alimentares.

- Deixe-se surpreender pelos hábitos locais. Informe-se sobre ingredientes alternativos ao glúten e entre no clima do lugar. Quem disse que é preciso comer pão no café da manhã todo dia? Só fique atento à procedência dos alimentos e aos riscos da contaminação cruzada, é claro.

- Seja precavido: tenha sempre a mão seus produtos prediletos, nos quais você confia totalmente. “Quando viajo, levo de casa sanduíches embrulhados em papel alumínio feitos com pães da Schär. Também costumo levar biscoitos Crackers e Wafers Schär”, conta. Para não se quebrarem, Silvia os armazena dentro de caixas de camisas.

- Nem sempre é possível levar frutas e bebidas na bagagem, mas você pode se garantir com barrinhas de gergelim, alfarroba e outros docinhos, como bananadas. “Quando há fiscalização, explico minha condição alimentar e em geral as pessoas são bem compreensivas”, diz Silvia Bretz. Muitas vezes, apresentar uma carta do seu médico pode ser um ótimo recurso para os casos de fiscalização.

Fonte: Schaer



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