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Sem sustos, Brasil despacha o México

Sem sustos, Brasil despacha o México

02/07/2018 Deutsche Welle

Com boas atuações de Neymar e Willian, seleção brasileira mantém sua hegemonia contra os mexicanos em Copas.

Sem sustos, Brasil despacha o México

Com gols de Neymar e Roberto Firmino, a Seleção manteve sua hegemonia frente ao México em Mundiais e garantiu a classificação para as quartas de final da Copa do Mundo de 2018. O resultado significa também a sétima eliminação consecutiva da seleção mexicana nas oitavas de final – a única vez que alcançou o tal quinto jogo foi em 1986. Casemiro está suspenso para as quartas de final.

O gol marcado por Neymar, aos cinco minutos do segundo tempo, foi o 227º da seleção brasileira em Copas do Mundo. Com isso o Brasil ultrapassou a Alemanha e ostenta o recorde de seleção com mais gols marcados em Mundiais. Em cinco confrontos com o México em Copas, o Brasil mantém a máxima de nunca ter sofrido um gol.

A seleção brasileira fez o necessário para se classificar, conduziu a partida com inteligência e foi soberano em grande parte do tempo, mas chegou a permitir espaços ao México. Contra adversários de melhor qualidade, isso pode ser fatal – embora a seleção brasileira tenha números expressivos na defesa na era Tite.

Apesar da boa recuperação dos laterais Danilo e Marcelo, o técnico Tite optou por manter Fagner e Filipe Luís no time titular. O lateral do Corinthians recebeu um voto de confiança depois das atuações sólidas contra Costa Rica e Sérvia, enquanto Marcelo foi poupado visando a sequência do torneio.

E foi justamente nas laterais que o Brasil mais sofreu. Com a pressão alta do México, Fagner e Filipe Luís tiveram muito trabalho com Hirving Lozano e Carlos Vela. Os laterais brasileiros apoiaram pouco o ataque e ficaram constantemente no mano a mano com os extremos mexicanos. Ao atacar, o Brasil se viu obrigado a entrar em lances individuais em zonas ainda distantes da meta mexicana.

Quando o ímpeto mexicano cessou, a seleção brasileira equilibrou o jogo e começou a criar algumas chances. Havia espaços, pois o México decidiu jogar de igual para igual. Ao contrário dos jogos anteriores, Gabirel Jesus esteve mais participativo, mas o Brasil não teve muitas oportunidades de acelerar o jogo. E o elemento surpresa, incorporado por Paulinho, não vingou. Gabriel Jesus completou quatro jogos sem marcar – provavelmente o jogador mais questionado nesta Seleção.

Em contrapartida, após jogos apagados na fase de grupos, Willian teve uma atuação de destaque, com finalizações, acelerações e a assistência para o gol de Neymar. A dupla Thiago Silva e Miranda manteve a segurança habitual e contribuiu para a 19ª partida sem sofrer gols da Seleção sob o comando de Tite (25 jogos).

Se a pressão inicial do México aparenta ter sido aceita pela seleção brasileira, preocupa o fato de os comandados de Tite terem cometido o mesmo erro de outras seleções nesta Copa – depois de abrirem o marcador, recuaram sem necessidade e correram riscos.

Destaque para o veterano Rafael Márquez. Com 39 anos e 139 dias de idade, ele se tornou o jogador de linha mais velho a iniciar uma partida de mata-mata de Mundial desde o lendário Stanley Matthews. O inglês enfrentou o Uruguai, em 1954, com 39 anos e 145 dias de idade. Esta é a quinta Copa do Mundo do defensor mexicano.

O jogo

Sem o suspenso Héctor Moreno, mas com o veterano Rafa Márquez, a seleção mexicana iniciou a partida com pressão e fez a defesa brasileira trabalhar, principalmente pelo lado de Fagner. A tática do México forçou Philippe Coutinho e Neymar a ficar distantes do gol adversário e anulou qualquer estrutura ofensiva do Brasil.

Os primeiros minutos foram dominados pelos mexicanos. A defesa brasileira evitou alguns remates e o goleiro Alisson voltou a apresentar dificuldades ao sair da meta. Bem compactado, o México encontrou facilidades em empurrar a seleção brasileira à própria área. No entanto, o ímpeto inicial mexicano não alterou o placar.

A primeira chegada de qualidade do Brasil ocorreu somente aos 25 minutos, quando Neymar chamou um defensor para dançar e obrigou Ochoa a uma boa defesa. Na sequência, Gabriel Jesus e Coutinho tiveram boas chances. Aos 32, Ochoa voltou a salvar o México, após finalização de Gabriel Jesus.

Na volta do intervalo, Rafa Márquez deu lugar para Miguel Layún. E, ao contrário do início da partida, o Brasil partiu logo para cima. Aos três minutos, Coutinho parou em Ochoa. Mas dois minutos depois, o goleiro mexicano nada pôde fazer. Neymar recebeu na entrada da área e rolou de calcanhar para Willian, que invadiu a área e cruzou rasteiro e Neymar completou de carrinho. Segundo gol de Neymar na Copa, segundo dele na carreia contra o México.

Aos 14 minutos, a única notícia ruim para a Seleção: Casemiro cometeu falta desnecessária no meio-campo e recebeu o cartão amarelo – o segundo do volante na Copa, que está suspenso para as quartas de final.

Willian voltou a assustar a meta mexicana aos 20 minutos, mas Ochoa espalmou para escanteio. Cinco minutos depois, a primeira polêmica do jogo: após disputa de bola, Neymar cai no chãom e o meia Miguel Layún – completamente desnecessário – pisa no tornozelo direito do brasileiro ao tentar pegar a bola.

Incompreensivelmente, o Brasil respondeu demasiadamente passivo à pressão mexicana. Mas no único contra0ataque de mais qualidade, Neymar invadiu a área e tocou de bico para Roberto Firmino, com três minutos em campo, ampliar o marcador e sacramentar a classificação brasileira.

Ficha técnica

Brasil 2 x 0 México

Local: Cosmos Arena, em Samara

Arbitragem: Gianluca Rocchi (Itália), auxiliado por seus compatriotas Elenito di Liberatore e Mauro Tonolini.

Gols: Neymar (5”/2T) e Roberto Firmino (43”/2T)

Cartões amarelos: Edson Álvarez (37”/1T), Filipe Luís (42”/1T), Héctor Herrera (9”/2T), Casemiro (14”/2T), Carlos Salcedo (32”/2T), Andrés Guardado (46”/2T)

Brasil: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Filipe Luís; Casemiro e Paulinho (Fernandinho 34”/2T); Willian, Philippe Coutinho (Roberto Firmino 40”/2T) e Neymar; Gabriel Jesus. Técnico: Tite.

México: Guillermo Ochoa; Edson Álvarez (Jonathan dos Santos 10”/2T), Hugo Ayala, Carlos Salcedo e Jesús Gallardo; Héctor Herrera, Rafael Márquez (Miguel Layún 45”/intervalo) e Andrés Guardado; Carlos Vela, Hirving Lozano e Javier "Chicharito" Hernández (Raúl Jimenez 15”/2T). Técnico: Juan Carlos Osorio. 



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