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Golpe da carta do consórcio está de volta

Golpe da carta do consórcio está de volta

20/02/2019 Divulgação

Procon Assembleia alerta para cuidados para que o consumidor não seja enganado.

Golpe da carta do consórcio está de volta

Alguns golpes contra o consumidor são recorrentes, isto é, aparecem e desaparecem, vão e vêm ao longo do tempo. Quando denunciados pelos órgãos de defesa do consumidor e investigados pelas autoridades, deixam de existir por um período para depois voltarem com força.

É o que está acontecendo agora com o golpe da venda de cotas contempladas de consórcio, por meio de empresas que se dizem “intermediadoras” do negócio. O Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) volta a alertar para esse crime de estelionato que está deixando muita gente no prejuízo. Os golpistas agem por um período breve, vitimando o maior número de pessoas possível, e somem logo que surgem as primeiras denúncias.

Existem normas que regulam a transferência de titularidade de cotas de consórcio. O consumidor que deixa de seguir essas normas é presa fácil para as quadrilhas que se aproveitam da boa fé das pessoas para lhes roubarem os planos, os sonhos e as economias, muitas vezes guardadas com tanta dificuldade.

O golpe funciona da seguinte maneira: por meio de propaganda na mídia ou nas redes sociais, os estelionatários prometem a liberação do crédito total  (carta de crédito) para a compra de determinado bem, geralmente um veículo, mediante o pagamento de uma quantia a título de entrada. O consumidor acredita que está adquirindo uma cota contemplada de consórcio, mas não recebe sequer as informações básicas, como os nomes do titular da cota ou da administradora de consórcios responsável.

Depois que o contrato é assinado e o pagamento é feito, a vítima é orientada a aguardar até 90 dias para a transferência da carta de crédito para o seu nome. Passado esse tempo, essa transferência obviamente não acontece, os telefones de contato não respondem e no endereço da “empresa” vendedora o cliente se depara com portas fechadas. O prejuízo está consolidado e só resta buscar ajuda nos procons e na delegacia de polícia.

Fonte: Procon ALMG



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