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Visita a Goiás avalia perigos de privatização da Cemig

Visita a Goiás avalia perigos de privatização da Cemig

20/09/2019 Divulgação

Empresa italiana que comprou a estatal goiana de energia é alvo de CPI e é indicada pela Aneel como a pior do País.

Quatro parlamentares da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizaram visita à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), para conhecer o trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada no estado vizinho para investigar a Enel Distribuição Goiás, empresa italiana que comprou a antiga estatal goiana de energia.

O autor do requerimento para realização da visita é o deputado Ulysses Gomes (PT), que destacou o interesse da italiana Enel em comprar a Cemig, tendo em vista a intenção do governador Romeu Zema de privatizar a estatal mineira de energia.

“A Enel, bastante criticada em sua gestão em Goiás, é uma das empresas interessadas em comprar a Cemig. Nosso objetivo é resguardar a qualidade do serviço prestado à população e evitar qualquer dano a Minas Gerais”, afirmou o deputado.

Também participaram da visita, nesta quinta-feira, o presidente da Comissão de Minas e Energia da ALMG, deputado Repórter Rafael Martins (PSD), o 3º-vice-presidente da ALMG, deputado Alencar da Silveira Jr. (PDT), e o deputado Raul Belém (PSC). Os quatro parlamentares mineiros foram recebidos pelo presidente da Alego, deputado Lissauer Vieira (PSB), encontrando-se depois com membros da CPI, incluindo seu presidente, deputado Henrique Arantes (PTB).

A italiana Enel adquiriu a antiga Companhia Energética de Goiás (Celg) em fevereiro de 2017. Desde então, a empresa permanece classificada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) como a pior empresa de distribuição de energia elétrica do País. Os dados relativos a 2018 indicam que o consumidor goiano ficou 26,61 horas sem energia, em média. A média nacional foi de 12,85 horas. A frequência de interrupções de energia foi de 15,03 vezes em Goiás, mais do que o dobro da média nacional, de 7,17 vezes.

Avaliar as causas da má qualidade dos serviços prestados pela Enel é um dos objetivos da CPI instalada pela Assembleia goiana, assim como investigar denúncias de que a empresa italiana não teria cumprido o cronograma de investimentos previsto no contrato de privatização. “A população sentiu os efeitos negativos assim que a Celg foi privatizada. A conta de luz subiu 15,89% para consumidores residenciais, ou seja, um aumento cinco vezes maior que o da inflação”, afirmou o deputado Ulysses Gomes.

Em fevereiro de 2019, a Aneel decidiu restringir a distribuição de dividendos da Enel Goiás por descumprimento de indicadores de qualidade. A Agência também determinou que a empresa apresente um plano emergencial de resgate de qualidade dos serviços prestados.

De acordo com informações publicadas pela imprensa de Goiás, o Procon estadual registrou 184 reclamações contra a Enel nos primeiros 21 dias de 2019. O Ministério Público do Estado entrou com ação civil pública para garantir o fornecimento de energia ao município de Minaçu (GO), que ficou três dias sem o serviço. O presidente da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio-GO), Marcelo Baiocchi, relatou que comerciantes do interior e da periferia de Goiânia tiveram prejuízos após ficar até dois dias sem eletricidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa da ALMG



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