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Colecionador doa 2 mil insetos ao Museu Nacional do Rio

Colecionador doa 2 mil insetos ao Museu Nacional do Rio

22/02/2019 Da Redação

Material vai compor acervo de museu destruído por um incêndio em setembro de 2018.

Colecionador doa 2 mil insetos ao Museu Nacional do Rio

A sala de jantar do médico Luiz Cláudio Stawiarski está tomada por insetos. Sobre a mesa, quadros entomológicos exibem as mais variadas formas de aranhas, besouros e libélulas. Um móvel de madeira posicionado ao lado da mesa reúne gavetas de borboletas e mariposas.

Ao todo, são 2 mil insetos que, neste sábado (23/02) serão doados ao Museu Nacional do Rio de Janeiro para ajudar na reconstrução do acervo, destruído por um incêndio de grandes proporções, em setembro do ano passado.

“Vejam, borboletas de asas verdes, elas são muito raras. E esta, a maior espécie de mariposa encontrada no Brasil”, diz Luiz Cláudio, enquanto exibe orgulhoso a coleção. Ele é filho de Victor Stawiarski, professor de biologia, que por 30 anos, a partir de 1940, deu aula no Museu Nacional. Os insetos, paixão do pai que faleceu em 1979, foram coletados tanto pelo pesquisador quanto pelo médico no Rio de Janeiro, Paraná e Pará. O acervo têm hoje, portanto, entre 30 e 40 anos.

O material que está na casa do médico era usado pelo pai nas aulas que dava. Além desses, o biólogo havia coletado centenas de outros, que faziam parte do acervo do Museu Nacional. “Foi a minha filha que deu a ideia de fazer a doação. Aqui, o material ficava guardado, tudo bagunçado. Não vou dizer que ele vai voltar para o lugar de onde não deveria ter saído, porque se não tivesse saído, teria queimado”.

Fonte: Agência Brasil



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