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Redução do IPTU como incentivo para a coleta seletiva

Redução do IPTU como incentivo para a coleta seletiva

30/09/2019 Francisco Oliveira

A sociedade tem aceitando, cada vez mais, medidas ambientalmente adequadas para a preservação do meio ambiente.

Redução do IPTU como incentivo para a coleta seletiva

Porém, para que essas atitudes tenham, de fato, um impacto relevante, precisamos ir mais além do boicote ao canudo plástico.

Muitas ações precisam ser feitas para equilibrar a presença humana e o desenvolvimento das cidades ao meio ambiente. Sabemos que para a coleta seletiva entrar nas casas de todos os brasileiros, será necessário mais que um discurso bonito, talvez, um estímulo que pode vir a ser financeiro. Pensando nisso, alguns estados e cidades do Brasil criaram projetos de leis, até mesmo já aprovados, que consistem em dar desconto no Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) para os moradores que aderirem à coleta seletiva de lixo. Em Goiânia, por exemplo, o programa "Recicle Mais e Pague Menos" dará descontos proporcionais ao peso do material reciclado.

Não acredito que causaria um rombo nos cofres públicos, considerando que o Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, se governo disponibilizasse uma porcentagem de desconto no IPTU com o objetivo de incentivar mudanças de hábitos, afinal, isso beneficiará o país. Esse seria um meio de investir em processos educativos, permanentes e contínuos.

Para que você tenha uma ideia da gravidade do momento que vivemos e quão urgentes são as implantações de ações como essa, de acordo com uma pesquisa Ibope feita por encomenda da cervejaria Ambev, 88% dos entrevistados dizem se preocupar com o meio ambiente, 97% dizem achar que a reciclagem é importante, mas 66% sabem pouco ou nada sobre coleta seletiva e que 39% da população não separa sequer o lixo orgânico das demais partes.

Mais alarmante que isso, um estudo do WWF (Fundo Mundial para a Natureza) revela que mais de 104 milhões de toneladas de plástico poluirão nossos ecossistemas até 2030 se nenhuma mudança acontecer na nossa relação com o material.

Se o poder público, a sociedade e as entidades fizerem cada um a sua parte, conseguiremos cuidar do meio ambiente e preparar um futuro melhor para as próximas gerações.

* Francisco Oliveira é engenheiro civil e mestre em Mecânica dos Solos, Fundações, Geotecnia e fundador da FRAL Consultoria.

Fonte: ML&A Comunicações



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