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Sebastião Vianna interpreta Joaquim Callado

Sebastião Vianna interpreta Joaquim Callado

04/11/2008 Divulgação

Maestro com 92 anos e fôlego de 19, grava a obra do “Pai dos Chorões”Sebastião Vianna é pianista, flautista e acordeonista. Entre seus colegas de trabalho, além de Villa Lobos estavam músicos da qualidade de Cláudio Santoro, Lourenço Fernandes e Camargo Guarnieri.

Este Viana leva dois “enes”, diferente dos seus filhos, músicos famosos e reconhecidos, como Rosane, Andersen e Marcus Viana. Sebastião Vianna, aos 92 anos, acaba de gravar, com fôlego e disposição de 19, seu segundo cd, “Sebastião Vianna interpreta Joaquim Callado”, obra que faz parte da série Mestres Brasileiros, do selo Sonhos e Sons.

Seu currículo como músico é vasto e rico: foi regente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, mestre geral de todas as bandas da Polícia Militar (MG), professor catedrático da Universidade Federal de Minas Gerais e assistente e revisor das obras do compositor Heitor Villa-Lobos.

O cd de Sebastião Vianna conta com 13 faixas dedicadas a Joaquim Callado, o “Pai dos Chorões”. O maestro começa o cd justamente pelo fim, com a última polca publicada pelo compositor, onze dias depois de sua morte, em 1880, a bela “Flor Amorosa”. Entre as jóias musicais está a sua primeira polca publicada, “Querida por todos”, em homenagem à Chiquinha Gonzaga, feita em janeiro de 1869. O maestro também executa peças como o “Lundu Característico”, que exige alta virtuosidade primeiro neste gênero musical apresentado num concerto, em 1873 e, “Como é bom saber”, choro de 1875. E ainda: Salomé, Saudosa (Polca de Serenata), Linguagem do Coração, Pensa que só você verá, Iman, Marocas, Valsa e Melancólica.  

Sebastião Vianna é pianista, flautista e acordeonista. Entre seus colegas de trabalho, além de Villa Lobos estavam músicos da qualidade de Cláudio Santoro, Lourenço Fernandes e Camargo Guarnieri. O maestro também é um ótimo contador de histórias (e não de antigas estórias). Relembra com humor passagens do mestre Villa-Lobos. ‘Quando o maestro estava à frente de um coral no Rio de Janeiro, no final da década de 40, o presidente Dutra conversava com um de seus ministros durante a execução de uma música de Bach. Aí, ele simplesmente parou tudo, saiu dizendo que não queria atrapalhar o diálogo dos dois. O presidente ficou totalmente sem graça, encabulado com o episódio e logo calou-se’, lembra.

Joaquim Callado

Joaquim Antônio da Silva Callado era flautista e compositor. Nasceu em 11 de julho de 1848 no Rio de Janeiro e faleceu em 20 de março de 1880. É considerado o pai dos chorões e foi o mais popular músico do Rio Imperial. Sua composição de estréia, “Querosene”, foi feita em 1863, aos 15 anos, e seu primeiro sucesso em 1867, foi uma quadrilha chamada “Carnaval”.


Criou sucessos como “Querida por Todos”, dedicada à Chiquinha Gonzaga e “Lundu Característico” - este fez tanto sucesso que o fez ser nomeado para a cadeira de flauta do Império no Conservatório de Música. Em 1875, foram publicadas as polcas “Como é bom saber” e “Cruzes, minha, prima!”.

Neste mesmo período, Callado criou o primeiro grupo de choro. Inicialmente composto por dois violões, uma flauta e um cavaquinho. Callado foi parceiro de Viriato Figueira da Silva, Ismael Correia, Lequinho e outros chorões. Era amigo do compositor de modinhas Chiquinho Albuquerque e do flautista belga Matheus André Reichert, que D. Pedro II contratou para animar os Saraus do Paço em 1859. Em 1879, Callado recebeu a mais alta condecoração do Império: a Ordem da Rosa. Um ano depois, no dia 20 de março de 1880, veio a falecer. Depois de onze dias, foi colocada à venda sua última composição, a polca Flor Amorosa. (Fonte: www.samba-choro.com.br)



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