Portal O Debate
Grupo WhatsApp

No-code e low-code como propulsores na transformação digital

No-code e low-code como propulsores na transformação digital

28/06/2022 Léo Andrade

O low-code está em alta e deve permanecer.

No-code e low-code como propulsores na transformação digital

A International Data Corporation (IDC) estima que até 2025 esse segmento tenha uma expansão de 40% no mercado. Não há dúvida de que tanto essas ferramentas como as no-code impulsionaram a transformação digital. Mas você sabe a diferença entre elas? Vou explicar!

O no-code abstrai totalmente a codificação, ou seja, não inclui códigos no desenvolvimento de sistemas. O low-code permite a codificação, como uma série de peças de Lego que vão construindo o que é preciso, e se necessitar de algo que não exista, pode ser criado. O no-code, por sua vez, tem as peças prontas; é só encaixá-las conforme der.

O low-code traz diversas facilidades e otimizações para a construção com blocos prontos e interface gráfica. Essas plataformas permitem utilizar linguagem de programação em momentos que você não consegue resolver algo com esses blocos prontos, com essas interfaces. Assim, a linguagem padrão é utilizada, sendo que cada plataforma low-code tem uma linguagem de programação. Já em se tratando das tecnologias no-code existe somente o que já está pronto para ser configurado; não permitindo assim criar novos blocos.

O surgimento das tecnologias low-code e no-code aconteceu por conta de uma percepção de que o processo de desenvolvimento de software se repete em vários momentos. Sempre é preciso criar telas e funções no mesmo estilo, os famosos CRUD (que são as quatro operações do banco de dados – criar um registro, atualizar, obter e removê-lo) toda aplicação precisa deles.

Esse processo, que envolve o CRUD, telas de login, telas de pesquisas, entre outros é muito repetitivo. Com o tempo houve a percepção de que daria para aproveitar e reaproveitar partes do sistema, e assim foram surgindo as abstrações de códigos. A partir disso começaram a aparecer também os frameworks, que proporcionam facilidade ao programar, e ao longo do tempo, foi acrescentada a parte de interfaces visuais. Nesse momento, o mercado começou a apelidar essas plataformas de low-code e no-code.

Em resumo, essas tecnologias nasceram devido à necessidade de aumentar a produtividade e diminuir a curva de aprendizagem das pessoas, porque, dessa maneira, fica mais rápido para assimilar e aprender com essas tecnologias, visto que utilizam um conceito visual que facilita a cognição.

O low-code e no-code ganharam força, principalmente, com a aceleração digital. As empresas precisam migrar cada vez mais para o digital para atenderem de maneira rápida e otimizada.

Um ponto relevante no cenário de desenvolvedor de programação é a falta de mão de obra. É preciso de desenvolvedores para a criação dessas soluções. Quando aparecem plataformas do tipo, que trazem a facilidade de desenvolver sistemas, a cadeia se autoalimenta. Um desenvolvedor munido de uma plataforma consegue multiplicar e otimizar a resposta na questão de desenvolver mais o que lhe é solicitado, e assim o segmento ganha força. O mercado precisa resolver o problema e criar soluções. 

O setor está escasso de desenvolvedores capacitados, e com o low-code e o no-code é possível democratizar um pouco o processo de desenvolvimento de software trazendo um um novo personagem, o chamado Citizen Developer, que se trata de um desenvolver que não é técnico. Esses profissionais não vão tomar o lugar do programador, do pessoal de TI, pois são como regidos; já os maestros, que vão ditar como as coisas vão ficar e desenvolver sistemas mais complexos, são os programadores. As soluções pequenas de departamento, que antes eram planilhas do Excel, passam a ser aplicações desenvolvidas por essas pessoas dos departamentos.

O low-code normalmente tem um foco muito mais empresarial, com grandes empresas, que possuem alta demanda de desenvolvimento. Em contrapartida, o custo é maior por conta disso, e é possível ter total acessibilidade à infraestrutura. Pensando sobre o no-code, em decorrência do custo, é voltado para pequenas empresas e startups que querem criar MVPs (produto mínimo viável), microempreendedores e freelancers.  

O Brasil começou a adotar essas tecnologias com mais força de dois a três anos para cá, principalmente o low-code, que está em um momento recente de formação. Então, é a hora de aproveitar essa novidade. Prevejo um crescimento na utilização e adoção dessas plataformas. Vamos aguardar!

* Léo Andrade é influenciador e especialista em tecnologia.

Para mais informações sobre a Eletrobras clique aqui...

Publique seu texto em nosso site que o Google vai te achar!

Fonte: NB Press Comunicação



Telecom investiu R$ 8,3 bilhões no 1º trimestre de 2022

Nos três primeiros meses do ano o investimento apresentou uma alta nominal de 3,8% na comparação com o primeiro trimestre de 2021.

Telecom investiu R$ 8,3 bilhões no 1º trimestre de 2022

Disney supera número de assinantes da Netflix

Plataforma alcançou 221 milhões de assinantes no streaming,

Disney supera número de assinantes da Netflix

Cibersegurança é pré-requisito para empresas sustentáveis

Na esteira das conexões ultrarrápidas, a migração de dados para a nuvem passou a ser palavra de ordem para empresas.

Cibersegurança é pré-requisito para empresas sustentáveis

As mudanças do Whatsapp no mundo

Advogado especialista em Direito Digital explica que falta de regulamento abre discussão em torno da ferramenta.

As mudanças do Whatsapp no mundo

Cloud x on-premise: será que é preciso partir para um único caminho?

Em alguns cenários, um servidor local é obrigatório e, em outros, a melhor abordagem é a híbrida.

Cloud x on-premise: será que é preciso partir para um único caminho?

Empresa brasileira lança serviço para criação de avatares

Com o lançamento, empresa espera aproximar artistas, setor corporativo e metaverso.

Empresa brasileira lança serviço para criação de avatares

TV por assinatura perde quase 80 mil assinantes em apenas um mês

Nos últimos 8 anos a mídia perdeu cerca de 7 milhões de clientes.

TV por assinatura perde quase 80 mil assinantes em apenas um mês

Como evitar o desperdício de energia durante o inverno?

É necessário levar em consideração o atual momento socioeconômico do país, que enfrenta uma inflação desenfreada.

Como evitar o desperdício de energia durante o inverno?

App brasileiro de mensagens instantâneas chega ao mercado com novas funcionalidades

Entre os diferenciais, SayMe Messenger permite escolher quem pode ou não compartilhar mensagens.

App brasileiro de mensagens instantâneas chega ao mercado com novas funcionalidades

Facebook renova feed principal para atrair usuários mais jovens

Concorrência com rival TikTok motivou mudança.

Facebook renova feed principal para atrair usuários mais jovens

Brasil tem 10,5 milhões de influenciadores no Instagram e lidera ranking mundial

Dados são do Relatório Anual de Marketing da Nielsen.

Brasil tem 10,5 milhões de influenciadores no Instagram e lidera ranking mundial

Startup lança software que facilita a implementação da LGPD

Com o nome de Octo, ferramenta descomplica a proteção de dados para empresas de todos os segmentos.

Startup lança software que facilita a implementação da LGPD