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Casa Própria: Consórcio como saída

Casa Própria: Consórcio como saída

20/10/2008 Divulgação

Rio - Mesmo com uso restrito do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), o consórcio imobiliário é uma alternativa à crise de crédito que assola o mundo. O sistema ganhou reforço com a nova lei sancionada na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.A modalidade já conta com 500 mil consorciados no País, segundo dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). A maioria dos bancos oferece a linha. O Banco do Brasil (BB), que aderiu recentemente ao modelo, comemora mais de 3 mil cotas, em apenas três meses.

No sistema não há cobrança de juros e nem saldo devedor. São exigidos taxa de administração, fundo de reserva e seguro. A correção das parcelas e da carta de crédito é anual, a partir de um índice de inflação. Na maioria dos casos, é pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil). Segundo o gerente da corretora de seguros Apsa, Márcio Murad, a modalidade é uma ótima alternativa porque não se sabe o que vai acontecer no fim do dia, com as ocilações da Bolsa de Valores e, tampouco, na semana ou no longo prazo.

“No consórcio não há esse impacto, porque não trabalhamos com juros, apenas correção monetária para repor a inflação. É bom lembrar que o sistema não é um financiamento, mesmo sendo regulamentado e fiscalizado pelo Banco Central”, explica Murad.

O consorciado não está tomando dinheiro emprestado e, sim, há um grupo que se cotiza, mensalmente, por um determinado prazo para compra de um bem: Murad lembra que, na maioria dos casos, o grupo é feito em 120 meses (10 anos): “É muito difícil o cliente levar esse tempo todo para pagar. Ele quita antes do prazo integral”.

Na Apsa, a média das cartas no Rio gira entre R$ 120 mil e R$ 130 mil. No Banco do Brasil, o pagamento pode ser em 200 meses. Para uma carta de R$ 80 mil, a parcela será de R$ 556,10. Em um imóvel de R$ 120 mil, a prestação custará R$ 814,15. Nos dois exemplos, o prazo de pagamento é de 180 meses. E a correção é feita pelo INCC.

FGTS é outro aliado no sistema
A Caixa Consórcio oferece cartas de R$ 30 mil a R$ 300 mil. O prazo de pagamento é de 120 e 150 meses. A média das cotas gira em torno de R$ 70 mil. São mais de 109 mil consorciados. A auxiliar de escritório Juliana Lira de Souza, 23 anos, adquiriu há um ano cota de consórcio de R$ 50 mil, na Apsa.

Ela conta que está pensando no futuro: “Pesquisei bastante e, como não precisava do imóvel de imediato, optei pelo modelo. A parcela é de R$ 430, no prazo de 12 anos.

Estou noiva e já penso em casar, mas não quero morar de aluguel”. No modelo, a contemplação acontece por sorteio ou lance. Para antecipar a aquisição do bem também é permitido utilizar o FGTS. Outra opção é recorrer ao recurso para comprar um imóvel de maior valor.

Fonte: www.endividado.com.br



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