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Tecnologia, relações de trabalho e lei trabalhista precisam evoluir de mãos dadas

Recentemente, a imprensa noticiou que uma das empresas de entrega por aplicativo iniciará um projeto de entregas utilizando drones.


Enfrentando o luto diante da pandemia

A perda de um ente querido já é dolorosa por si só, e diante dessa pandemia, ao passarmos pelas etapas sem velório e funeral, se torna mais dolorida.


O Papa e a homossexualidade

O Papa Francisco declarou que as uniões homossexuais devem ser legalmente reconhecidas.



O PIB e os processos migratórios do ensino superior

As vidas de Alexandre e Letícia se encontraram quando se conheceram em uma grande universidade particular da capital paranaense – ela cursava Comunicação e ele, Engenharia.


Falsos profetas da renda variável

Os juros sempre foram altos no Brasil.


Mutilações Subjetivas: Holocausto Escolar

Indignar-se! Envergonhar-se! Esperançar-se! Já dizia o poeta Walter Franco, “viver é afinar o instrumento (que somos nós!), de dentro pra fora, de fora pra dentro”.



Longevidade e perspectivas na oncologia

As campanhas como Outubro Rosa e Novembro Azul têm o papel essencial de alertar a população para as doenças oncológicas.


Um verdadeiro estadista

Agora, aos 85 anos, completados em maio, a pandemia fez com que Mujica decidisse pela renúncia a um cargo que, como explicou, exige muito contato com a população.


A participação política dos profissionais da educação

Precisamos ser voz daqueles que não tem voz, usar nossa influência para que os parlamentares saibam que sem o voto, eles não podem continuar na vida pública.



O Líder da Consciência Empresarial Humanizada

Iniciei este trabalho sem muita clareza sobre o tema “Quem são os nossos líderes no mundo novo?”.


Aprender português com o Eça

Não sou filólogo nem purista, nem sequer escritor. Limito-me a ser modesto cronista, e deixo fugir – para minha vergonha, – calinadas, que muito me desgostam.


Uma paz ruim é melhor do que uma boa guerra

Em uma edição recente de um jornal, o Embaixador do Azerbaijão fez um esforço para justificar a agressão de seu país – a guerra mais feroz por enquanto do século XXI – contra Nagorno-Karabakh.