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Temas que podem ser cobrados pelo Enem 2018

Temas que podem ser cobrados pelo Enem 2018

11/10/2018 Da Redação

Especialista elenca principais acontecimentos no Brasil ao longo do último ano.

Quem se prepara para realizar o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) sabe que precisa estar bem informado através do noticiário, uma vez que a prova tem como característica a exigência de repertório em diversas áreas do conhecimento.

Pensando nisso, Fábio Braz, consultor pedagógico do SAS, elencou possíveis temas de atualidades que podem ser cobrados pelo exame, com base nos principais acontecimentos no Brasil e no mundo durante 2018.

- Uma nova corrida espacial
Agora não somente as agências governamentais, como a NASA, exploram a imensidão do espaço, mas também as empresas privadas e consórcios diversos. Duas empresas merecem destaque: a Blue Origin e a SpaceX, sendo esta última responsável por enviar o primeiro carro ao espaço, o modelo Roadster da montadora Tesla, especializada em veículos elétricos. “A simbologia do envio do automóvel aponta para um futuro de conquista e colonização planetárias. O que pode parecer um salto para a tecnologia também pode representar um risco à vida em outros planetas, visto que o veículo estaria carregando microrganismos que poderiam dizimar formas de vida que ainda não conhecemos”, pontua Braz.

- Reeleição de Maduro na Venezuela

Nicolás Maduro foi reeleito presidente da Venezuela com 67,7% dos votos e governará por mais seis anos uma Venezuela que sofre grave crise socioeconômica, protestos violentos, e que ultrapassa mais de 200 mortos pelos confrontos. Mesmo com 75% de reprovação popular, Maduro ainda mantém eleitores leais das camadas mais populares, e o governo atribui toda a culpa dos problemas vividos pelo país a uma política econômica neoliberal perversa, orientada pelos EUA.

- Tentativa de independência da província Catalunha

A província da Catalunha aprovou, por referendo popular em outubro de 2017, sua independência da Espanha em um movimento que levou menos da metade dos eleitores às urnas. “Embora o resultado tenha sido pró-independência, a adesão baixa no pleito gerou dúvidas sobre sua legitimidade, sendo esse o principal viés de atuação do governo espanhol contra os separatistas”, explica o consultor. A Catalunha reivindica independência por considerar-se culturalmente distinta do restante do país. Também justifica que os impostos pagos são desproporcionais ao que recebem em troca do Governo Central de Madri.

- A Copa da pluralidade

Esse tema revela os grandes movimentos populacionais e resume a diversidade cultural criada por tais trocas. Braz lembra que a copa de 2018, inclusive, levantou importantes debates no mundo todo: a imigração, o racismo, o repúdio ao assédio sexual, a queda das grandes potências e o ressurgimento de outras equipes. No tocante à imigração, é latente em vários países o crescimento do repúdio ao imigrante, com manifestações xenofóbicas, criação de muros e inclusive detenções e extradições.

- Apropriação de dados privados dos usuários pelo Facebook
“Vive-se a era da vulnerabilidade, em que dados, sentimentos, emoções e desejos são monitorados por ferramentas inseridas nas redes sociais de aparente irrelevância e inocência, mas que têm como objetivos processar informações que possam ser exploradas para fins econômicos”, pontua. Nesse sentido, serviços ou produtos são sugeridos e publicidades direcionadas a públicos pontuais, mediante suas necessidades ou sentimentos expressados nas conversas, buscas e fotos. “A apropriação de dados privados dos usuários pelo Facebook aponta para o perigo do tráfico de dados nas redes sociais”, completa o consultor.

- Surto de febre amarela

Vive-se no Brasil o maior surto de febre amarela desde 1980. Embora a febre amarela urbana tenha, no decorrer dos anos, praticamente desaparecido, sua versão silvestre continuou a existir - a partir de 2014 o vírus começou a se propagar da região amazônica por meio de corredores de florestas, atravessando o Centro-Oeste e chegando ao Sudeste, infectando os macacos da Mata Atlântica. Dadas as mudanças ambientais, os mosquitos foram impulsionados a migrarem para as áreas urbanas. Os estados mais afetados são Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

- Agrotóxicos ou defensivos: uma questão de perspectiva

Mais de 64% da produção de alimentos no Brasil faz uso de agrotóxicos, posicionando o país desde 2008 como o maior consumidor mundial, segundo dados da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, realizado em conjunto com o Ministério da Saúde. Beltrão explica que essa informação pauta a discussão sobre as consequências ao meio ambiente, tais como contaminação e empobrecimento do solo e à saúde, pelo desenvolvimento de doenças. O Projeto de Lei 6.299/2002, conhecido como PL do Veneno, já aprovado em comissão irá para votação no plenário da Câmara dos Deputados e propõe a mudança do nome “agrotóxico” para “fitossanitário”, o que flexibiliza a utilização dos agrotóxicos no país, tornando proibidas apenas as substâncias que apresentem “riscos inaceitáveis”, algo que ainda carece de estudos e pesquisa de longo prazo, tornando-se vago o veredicto.

- Vacinação enfrenta resistência

O Brasil, reconhecido mundialmente por seu amplo e gratuito programa de vacinação da população, inserido como Política Pública de Saúde no país, trouxe uma cobertura que erradicou doenças como caxumba, sarampo, rubéola e poliomielite. Todavia, nos últimos anos, foram observadas reduções significativas nos índices de imunização, considerando que parte das famílias alimentadas por informações não-científicas decida por uma ou outra vacina.

- Empoderamento feminino

Empoderar a mulher significa reforçar sua força, segurança e autoconfiança perante a sociedade, e tal empoderamento impacta na sua vida pessoal, política e profissional. São inúmeras as iniciativas de organizações brasileiras voltadas à igualdade de gênero, embora essa questão ainda precise avançar muito. “Em 2010, a ONU lançou os “Princípios do Empoderamento Feminino”, com o intuito de nortear algumas ações na esfera pública e privada, e este pode ser um excelente documento para acúmulo de repertório sobre o assunto”, indica o consultor.

- Acirramento das políticas de imigração nos EUA

Desde a eleição de Donald Trump houve um endurecimento das políticas de imigração nos Estados Unidos, observando um enorme contingente de latino-americanos detidos e deportados todos os dias. E o drama aumentou quando entre o fim de abril e o início de maio deste ano, mais de 2,3 mil crianças foram separadas de suas famílias ao tentarem atravessar a fronteira ilegalmente, segundo dados do Departamento de Segurança Nacional americano. “Vale ressaltar que a criminalização e a detenção são medidas oriundas do governo Obama, todavia, foi com o governo Trump que aumentaram em 40%”, acrescenta Braz.

- Reaproximação entre as Coreias

As duas Coreias tentam derreter o gelo nas relações diplomáticas e pôr um fim à tensão de uma guerra iminente. E o ano de 2018 traz um importante significado para esse apaziguamento, pois a Coreia do Norte celebrará 70 anos de sua fundação, e a Coreia do Sul sediará os Jogos Olímpicos de Inverno. “A dificuldade na reaproximação entre os dois países consiste, de um lado, pelos exercícios militares da Coreia do Sul com o apoio Estados Unidos, e do outro, pelos testes nucleares realizados por Pyongyang e a turbulenta relação da Coreia do Norte com Washington”, resume o consultor.

- Mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém
O governo Donald Trump, cumprindo promessas de campanha, transferiu a embaixada dos Estados Unidos da capital israelense Tel-Aviv para Jerusalém, objetivando transmitir a mensagem internacional de que Jerusalém é a verdadeira capital do Estado de Israel. Beltrão explica que tal decisão de Trump acendeu o estopim para confrontos na região por uma declarada oposição da Palestina, Líbano, Síria, Irã, entre outros.



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