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Segurança e precauções na viagem de férias com o pet

Segurança e precauções na viagem de férias com o pet

18/01/2018 Da Redação

Dicas para embarcar seu melhor animal de estimação com segurança em suas viagens.

Segurança e precauções na viagem de férias com o pet

Entre os meses de dezembro e fevereiro presenciamos uma triste realidade, animados com as viagens de férias, muitos tutores, sem ter com quem deixar ou como levar o pet, acabam simplesmente abandonando seus animais de estimação. Parece mentira, mas o número de animais abandonados no período cresce exponencialmente.

Segundo levantamentos realizados por ONGs de São Paulo e do Rio de Janeiro, esse aumento representa cerca de 70% em relação à outros períodos do ano. Para evitar que mais casos como esses aconteçam, listamos uma série de dicas para embarcar seu melhor amigo nessa viagem também.

Antes de viajar com seu cachorro ou gato, seja de carro, ônibus ou avião é importante que você tome algumas providências de saúde para ele. A primeira delas é consultar um veterinário para fazer um checkup e conferir se todas as vacinas estão em dia.

Se a viagem for de carro, é obrigatório que o pet seja transportado com segurança. O cinto de segurança varia de acordo com o porte do animal. A caixa de transporte é outra opção segura para o bichinho. É extremamente importante não levar o animal solto e nem com a cabeça para fora. Essa é uma regra que vale para qualquer raça ou porte. A retenção de animais de estimação em caixas ou coleira não é obrigatória pela lei, mas é a forma mais segura para transportá-los. O ideal, ainda, é que os bichos estejam presos a cintos especiais, casinhas ou cadeiras adequadas, sempre no banco de trás, de forma que não comprometa a segurança do veículo ou dos passageiros em caso de colisão ou mesmo que ele desvie a atenção do condutor na direção do veículo.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), artigo 235, a condução de animais nas partes externas do veículo é considerada infração grave. Além de somar cinco pontos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o condutor arca com multa de R$ 130,16 e poderá ter o carro retido como medida administrativa até que a situação seja regularizada. O CTB ainda prevê, artigo 252, que o motorista flagrado dirigindo com animais à sua esquerda, entre os braços ou pernas, perde quatro pontos e a infração é considerada média e multa no valor de R$ 85,13.

Além disso, não dê ração ou qualquer tipo de alimento ao cão quatro horas antes do percurso. Para água, a regra deve ser uma hora antes. Em caso de felino, o jejum é de duas horas antes do percurso. Essa precaução evita náuseas e vômitos quando a viagem começar. Se o percurso demorar mais de três horas, pare o carro e desça com o animal para que ele consiga fazer as necessidades fisiológicas. Nesse caso é importante que, mesmo que a viagem continue por um tempo, você ofereça um pouco de água para que ele fique hidratado. Em viagens mais curtas, há a opção de colocar um frauda para garantir que ele não suje o carro.

Antes de pegar a estrada com longas distâncias, vá acostumando o seu animal com o veículo, fazendo pequenos trajetos com ele. Dessa forma, ele estará familiarizado quando entrar em um carro. Não ser uma completa novidade evita a ansiedade e agitação do bicho

Se o trajeto for de ônibus, é obrigatório apresentar um atestado veterinário que comprove boas condições de saúde do animal, bem como com todas as vacinas em dia. Nesse caso, o pet viaja no compartimento de bagagem, portanto, é obrigatório que ele vá em uma caixa de transporte. Antes de embarcar, contate a empresa para tirar todas as dúvidas e providenciar outras exigências. Algumas empresas de transporte têm obrigatoriedades especificas, como por exemplo comprar uma passagem para o pet. Não deixe para última hora para evitar surpresas.

Agora, se a viagem de for de avião, é imprescindível estar atento às regras da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e também às regras da companhia aérea escolhida. Em voos nacionais, as regras são mais simples: atualizar as vacinas, apresentar atestado veterinário, avisar a companhia área com antecedência, transportar o animal em uma caixa de transporte resistente, com ventilação e que acomode o pet com folga. Algumas companhias aéreas não transportam animais de determinadas raças, portanto, informe-se antes. No caso de voos internacionais, é preciso ainda checar as regras do país de destino. Em alguns casos, há necessidade de quarentena.

Texto: Cillene Cavalcante - responsável de marketing pela Pet Virtual.



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