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A esperança não pode morrer

A esperança não pode morrer

16/12/2010 Divulgação

O povo já deu o “veredicto das urnas”.  A nova presidente da República foi eleita e o povo precisará mais uma vez acompanhar suas decisões nos próximos anos.

Repetir-se-ão os rituais de passagem do poder como os que têm sido prevalecidos nas últimas décadas. O maior deles é o de transmisssão do cargo, logo depois do encerramento das festas de Natal e de ano novo. É a partir desse momento que o espírito festivo deve ceder lugar a um olhar mais atento e analítico.


A primeira reflexão crítica dos cidadãos e leitores deve ser feita sobre os discursos de posse da nova presidente da República e dos governadores. Há que comparar o conteúdo das falas que serão dirigidas ao povo com o que foi prometido durante a campanha. Em segundo lugar, há que atentar nos nomes colocados para os ministérios e os secretariados estaduais. Os cidadãos brasileiros já têm um bom conhecimento dos homens públicos desse país, de modo que é possível analisar previamente o que resultará de suas ações. Quais serão os planos de governo assumidos? Corresponderão ao que foi prometido durante as campanhas? Estarão os seus auxiliares comprometidos com esses planos? Serão capazes de implementá-los? Que diretrizes foram baseadas pelos novos governantes em áreas como educação, saúde, moradia, habitação, ciência e tecnologia e dentro de uma perspectiva mais abrangente, desenvolvimento econômico (que inclui naturalmente, os pontos básicos de gestão econômica)? Quais são os planos na área de segurança pública, um tema que vêm sendo empurrado com a barriga nos últimos 30 anos?



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