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A felicidade e a arquitetura no Brasil

A felicidade e a arquitetura no Brasil

23/03/2021 Guilherme Takeda e Martin Haag

As demandas contemporâneas de espaço vêm mudando rapidamente e de forma avassaladora nos últimos anos.

Se para arquitetar espaços antes era preciso se ater apenas ao custo, prazo e à sustentabilidade da construção, agora, e cada vez mais, é preciso levar em consideração outros aspectos diretamente relacionados aos que vão habitá-los.

São aspectos que promovem o bem-estar, a satisfação emocional e a melhor experiência com aquele lugar e seu entorno.

Aspectos que vão desde a funcionalidade e segurança do local, as cores utilizadas e o uso de iluminação natural, até o uso da biofilia (conexão com a natureza), a saudabilidade, a diversidade, entre outros.

Esse movimento já acontece há algum tempo, em todo o mundo, ao qual damos o nome de Arquitetura da Felicidade.

Verdade é que a arquitetura afeta diretamente a vida das pessoas e a pandemia e as novas configurações de “normal” trazidas pelas recomendações de isolamento social acabaram por jogar luz a esse grande desafio posto aos profissionais de arquitetura: o de estarem preparados para tornar qualquer espaço um lugar não apenas bonito e funcional, mas também bom, saudável e, mais importante, feliz.

O conceito de felicidade é amplo. Há séculos, é considerada uma expressão relevante para a nossa vida, como indivíduos e como sociedade.

A felicidade tem sido adotada como expressão de bem-estar, qualidade de vida, com efeitos notórios de justiça social e sustentabilidade ambiental.

E para levar adiante os benefícios da Arquitetura da Felicidade e multiplicar conhecimentos, trocar experiências e viabilizar a aplicabilidade desse grande movimento da arquitetura aqui no Brasil, nós criamos um movimento chamado Arquitetura da Felicidade.

Esse “hub” ou coletivo reúne especialistas de diversas áreas como arquitetura e urbanismo, design, sustentabilidade e saúde e bem-estar que dialogam de forma sistemática sobre soluções inovadoras e sustentáveis, tendências do urbanismo e das novas formas de habitar, além de desenvolverem projetos de interesse da sociedade.

Em menção ao Dia Internacional da Felicidade, comemorado em 20 de março, lançamos com muito orgulho a 3ª edição do Congresso Brasileiro da Arquitetura da Felicidade, que neste ano será realizado de 8 a 15 de novembro.

Em 2020, o evento aconteceu de forma totalmente on-line, com a participação de mais de 50 palestrantes de 10 países, em oito dias de imersão no tema.

A edição de 2021 foi concebida como um processo de rede, um grande tema e de alta relevância para a sociedade atual para projetarmos novas soluções, provocar conexões imponderáveis, originais e contraintuitivas nos participantes.

Acreditamos que se queremos fazer coisas diferentes, precisamos conectar de modos diferentes os conhecimentos, as tecnologias, os saberes, as demandas e as motivações.

E já nessa linha, convocamos a participação de todos. Estamos abertos a contribuições, reflexões e também para fornecer mais informações a quem se interessar.

Basta nos contatar pelo nosso site Arquitetura da Felicidade ou em nosso perfil no Instagram, @congressoarquiteturafelicidade.

A humanidade é influenciada de forma significativa e decisiva pela arquitetura à sua volta. Por que não usá-la para influenciar o modo de ser de cada um de forma positiva para gerar felicidade?

* Guilherme Takeda é arquiteto e urbanista, idealizador do Congresso Brasileiro da Arquitetura da Felicidade.

* Martin Haag é curador, especialista em estratégias de negócios, inovação tecnológica, percepção do consumidor e criatividade.

Para mais informações sobre arquitetura clique aqui…

Publique seu texto em nosso site que o Google vai te achar!

Fonte: Interface Comunicação



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