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A violência e o exemplo dos parlamentos

A violência e o exemplo dos parlamentos

03/12/2021 Humberto Pinho da Silva

O péssimo exemplo que os políticos, em geral, dão nos parlamentos, insultando, ridicularizando os antagonistas, leva, por certo, a população a comportar-se de modo semelhante.

Em vez de tentarem criar pontes conciliares, apaziguar os mais impulsivos, tentam, quantas vezes, explorar os conflitos, a seu favor, ou até fomentando-os.

Palavras incongruentes, ditos sarcásticos, risos de mofa, representam falta de educação e leva em regra a atos de violência física e verbal nos cidadãos, por imitação.

Eu sei, que outrora, o comportamento dos que representam o povo, não era melhor ou até muito pior, do que se vê e ouve hoje, na rádio e na TV de vários países.

A diferença é, que tudo se passava dentro das paredes dos parlamentos, agora com as transmissões diretas, esse frenesim, os diálogos, que por vezes parecem de antigos saleiros ou arruaceiros, são espalhados aos quatro mundos.

Conhecemos a famigerada violência nos campos de futebol e a feroz rivalidade entre adeptos, alimentada por intervenções públicas, dos responsáveis pelos clubes desportivos.

O mau exemplo vem sempre de cima, daqueles que mandam. O povo é massa amorfa, age de modo imitativo. Se sente paz e concórdia, entre os partidos e dirigentes desportivos, comporta-se como tal.

Se pretendemos que reine a paz na via pública e no mundo, e até nos lares, não basta os responsáveis transmitirem palavras aconselhadoras ou conciliadoras, é necessário darem o exemplo, e sobre tudo serem educados.

Infelizmente, pelo que se vê, em todas as nações paulatinamente, está a perder-se o bom senso e a educação, na classe dirigente.

* Humberto Pinho da Silva

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