Portal O Debate
Grupo WhatsApp

Agenda Oculta

Agenda Oculta

22/01/2008 Divulgação

Em artigos anteriores, apresentamos aos leitores, a partir de um texto escrito pelo biólogo Richard Dawkins, referido pela imprensa como “um dos maiores evolucionistas do mundo”, uma introdução ao “pensamento” do intelectual inglês Christopher Hitchens. Dissemos então - e aqui repetimos – que as observações a partir das quais ele parte para criticar Deus e a religião são completamente irrelevantes, beirando a infantilidade.

A propósito, queremos observar que muitos cientistas de renome, talvez por passarem a maior parte de suas vidas profissionais afastados da realidade da vida cotidiana, permanecem em um estado de alheamento que os leva a uma visão inocente, às vezes equivocada do mundo. Einstein,um homem genial, tinha um grande senso de humor e vivia tão desligado que se atrapalhava na hora de conferir um simples troco em dinheiro.

Stephen Hawking, físico e matemático, declarou há poucos anos que pretendia, por meio dos números, conhecer o cérebro de Deus. Faltou alguém explicar ao grande Hawking que Deus é um Espírito e que o canal para se conectar com ele não é o intelecto, como acreditam os intelectuais, mas o espírito, segundo as escrituras. “Porque a palavra Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração”. (Hebreus 4:12)

James Watson, um dos grandes cientistas do nosso tempo, descobridor da estrutura do DNA, no ano de 1953, teve de se aposentar às pressas e com desonra porque a sua afirmação sobre a inteligência inferior dos negros causou perplexidade e repulsa no meio acadêmico. Ah, a boçalidade racista! Daqui, podemos tirar uma conclusão: ter atingido a excelência no campo científico (ou em qualquer outra área) não dá a homem algum a capacidade de discorrer com acerto sobre todos os assuntos. Há exceções, uma delas, Bertrand Russell, mas ele mesmo escorregou na argumentação usada para expor o seu ceticismo no livro “Porque não sou cristão” (Why I am not a Christian). 

Por maior que seja o prestígio de um cientista em sua área de especialização, isso, por si só, não o torna uma pessoa qualificada para se manifestar sobre outras matérias. Se o autor destas linhas ou qualquer outra pessoa, não versada em assuntos científicos, entrar na sala de aula de um físico famoso e começar a pontificar sobre Física Quântica ou Teoria da Relatividade, o que acontecerá? Com toda a certeza, será ridicularizado e, em seguida, expulso. E com razão, porque as pessoas só devem merecer atenção quando falam sobre temas para os quais são qualificadas, de uma maneira ou de outra. A situação mundial se complicaria se psicólogos se metessem a falar de agricultura, dentistas de física nuclear, políticos de teologia e botânicos de assuntos econômicos. 

Em artigo publicado recentemente em um órgão da imprensa brasileira, o comentarista Stephen Kanitz disse que muitas vezes, ao ler ou ouvir o que dizem alguns figurões – intelectuais, políticos, cientistas, economistas, etc – devemos procurar descobrir sua agenda oculta, isto é, seus verdadeiros interesses. No caso em análise, desconfio de que a investida de alguns intelectuais neoevolucionistas contra a fé em Deus esconde dois interesses: primeiro, o de eles mesmos, na sua vaidade narcisista, colocarem-se no lugar do Criador, segundo: o de atenderem aos interesses de forças sombrias – governos e corporações – que, desobrigados de respeitar as limitações morais impostas pelas divinas, desejam perpetrar contra seres humanos iniqüidades que farão os fornos crematórios nazistas e os “Gulags” soviéticos parecerem brincadeira de criança.



Que ingratidão…

Durante o tempo que fui redactor de jornal local, realizei numerosas entrevistas a figuras públicas: industriais, grandes proprietários, políticos, artistas…


Empresa Cooperativa x Empresa Capitalista

A economia solidária movimenta 12 bilhões e a empresa cooperativa gera emprego e riqueza para o país.


O fundo de reserva nos condomínios: como funciona e a forma correta de usar

O fundo de reserva é a mais famosa e tradicional forma de arrecadação extra. Normalmente, consta na convenção o percentual da taxa condominial que deve ser destinado ao fundo.


E se as pedras falassem?

Viver na Terra Santa é tentar diariamente “ouvir” as pedras! Elas “contemplaram” a história e os acontecimentos, são “testemunhas” fiéis, milenares porém silenciosas!


Smart streets: é possível viver a cidade de forma mais inteligente em cada esquina

De acordo com previsões da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 70% da população mundial viverá em áreas urbanas até 2050.


Quem se lembra dos velhos?

Meu pai, quando se aposentou, os amigos disseram: - " Entrastes, hoje, no grupo da fome…"


Greve dos caminhoneiros: os direitos nem sempre são iguais

No decorrer da sua história como república, o Brasil foi marcado por diversas manifestações a favor da democracia, que buscavam uma realidade mais justa e igualitária.


Como chegou o café ao Brasil

Antes de Cabral desembarcar em Porto Seguro – sabem quem é o décimo sexto neto do navegador?


Fake news, deepfakes e a organização que aprende

Em tempos onde a discussão sobre as fake news chega ao Congresso, é mais que propício reforçar o quanto a informação é fundamental para a sustentabilidade de qualquer empresa.


Superando a dor da perda de quem você ama

A morte é um tema que envolve mistérios, e a vivência do processo de luto é dolorosa. Ela quebra vínculos, deixando vazio, solidão e sentimento de perda.


A onda do tsunami da censura

A onda do tsunami da censura prévia, da vedação, da livre manifestação, contrária à exposição de ideias, imagens, pensamentos, parece agigantar em nosso país. Diz a sabedoria popular que “onde passa um boi passa uma boiada”.


O desserviço do senador ao STF

Como pode um único homem, que nem é chefe de poder, travar indefinidamente a execução de obrigações constitucionais e, com isso, impor dificuldades ao funcionamento de um dos poderes da República?