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Brasileiros humilhados e ofendidos

Brasileiros humilhados e ofendidos

29/03/2009 Divulgação

O caso de uma moça brasileira que, segundo se afirma fez-se passar por vítima de agressão na Suíça, trouxe à luz outras questões envolvendo nossos conterrâneos que vivem em vários países do mundo. Artigos publicados na imprensa nacional levantaram a possibilidade de terem ocorrido transtornos psíquicos e morais, enfrentados por estrangeiros que, a todo o momento, são tratados, no exterior, como pessoas que deveriam retornar ao seu país de origem, “pois lá é o seu lugar”.

A qualquer reclamação por algum serviço público deficiente, estes turistas ou moradores, segundo se afirma, ouvem a pergunta: “por que não voltam para o seu país?” Mas as coisas não param aí. Há também os maus tratos de policiais que não hesitam em humilhar os viajantes, que são interrogados grosseiramente nos aeroportos e, em muitos casos, sumariamente deportados, como tem acontecido na Espanha. Mesmo sem a truculência dos espanhóis, autoridades de países como Alemanha, Portugal, Inglaterra, Irlanda e outros têm-se obstinado em tratar os nossos compatriotas como sub-cidadãos, impedindo-os, sob qualquer pretexto, de ali desembarcarem.

Contrastando com esta atitude xenófoba, o Brasil só falta estender tapetes vermelhos para os estrangeiros que aqui aportam, como é o caso de pedófilos, turistas sexuais, mafiosos, assassinos psicopatas (vejam o caso do italiano Battistti), e indivíduos que se internam na região amazônica, em muitos casos, para praticar atividades suspeitas e quase sempre lesivas ao interesse nacional. Um dado desalentador em tudo isso são as reclamações de que o Itamaraty não tem agido com a firmeza requerida na defesa de brasileiros molestados, quando nada adotando políticas de reciprocidade. Até quando isso vai durar?

De imediato, a reação de nossas autoridades deveria ser a que já se tornou tradicional nesses casos: para cada brasileiro barrado, o mesmo deveria acontecer com um estrangeiro proveniente do país responsável. Pelo menos isso.



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