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Bullying: quando o seu filho é o agressor

Bullying: quando o seu filho é o agressor

02/08/2017 Divulgação

É preciso combater e prevenir quem agride e quem é agredido, diz psicopedagoga.

Bullying: quando o seu filho é o agressor

Bullying é uma prática que ocorre nas escolas e tem ganhado um olhar específico dos profissionais da Educação com o objetivo de combater e instruir os professores e equipe pedagógica e também os responsáveis. Nessa perspectiva, é importante ressaltar o trabalho ao combate e prevenção de quem agride e de quem é agredido.

Os olhares da Educação por vezes se dá mais relacionado a vítima, mas e o agressor? Como é realizado o acompanhamento e até mesmo as orientações? Pois esse sujeito precisa ser analisado pelo pedagogo, psicólogo e demais profissionais, caso necessário. O agressor deve ser visto como uma pessoa que tem em sua maioria, uma satisfação em machucar, denegrir, depreciar e agredir o outro por vários motivos, sejam eles de cunho racial, por alguma deficiência, classe social, religião, etnia, gênero e outros.

O papel da escola é de agir imediatamente, pois para a Instituição não importa o motivo e sim como será encaminhado e tratado o agressor, o qual pode demonstrar uma personalidade que requer uma intervenção do pedagogo e psicólogo com o intuito de conhecer, compreender e orientar os professores e colegas a lidar com as situações diversas. Para a escola, não é relevante observar os alunos apenas na sala de aula, mas é válido acompanhá-los a todo momento em que eles estiverem na escola.

O trabalho do pedagogo e do psicólogo deve ser muito próximo dos responsáveis para que haja uma relação próxima de ambos os lados e assim à comunicação seja feita de maneira adequada. As orientações e os combinados feitos pelos profissionais devem ser seguidas de modo criterioso pelos responsáveis, pois o agressor nem sempre deixa explícito sua vontade ou atitudes em machucar o outro seja com verbal ou fisicamente e os prejuízos psicológicos para a pessoa que pratica o bullying também deve ser tratado com máxima cautela.

Texto: Ana Regina Caminha Braga é escritora, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar.

 



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