Portal O Debate
Grupo WhatsApp


Como vai o seu CHA?

Como vai o seu CHA?

22/02/2017 Juliana Barsotti

O ano de 2017 chegou e, com ele, novas possibilidades e novos caminhos. Você já se perguntou como anda o seu CHA?

Para você que está disponível no mercado de trabalho, em busca da sua primeira oportunidade ou está pensando em mudar de área ou até mesmo pleiteando um cargo de gestão, a pergunta acima é fundamental.

O CHA é um dos métodos mensuráveis para avaliação profissional e de possível desenvolvimento das competências necessárias para atuação profissional. CHA é a sigla para conhecimento, habilidade e atitude:

C – Conhecimento é o saber teórico e envolve toda a sabedoria advinda dos cursos, leituras, enfim, todo o conhecimento teórico.

H – Habilidade é o saber fazer, o conhecimento teórico aplicado na prática.

A – Atitude, como o próprio nome diz, é o querer fazer, gerar a ação.

Hoje o grande desafio das organizações é formar profissionais completos. Porém, algumas características são próprias da nossa personalidade, favorecendo, ou não, o desenvolvimento de algumas competências. Não adianta a organização ter um profissional sem inteligência emocional.

Ele pode ter o conhecimento e habilidade, porém se não consegue se expressar em uma reunião ou ter um bom relacionamento interpessoal, isso implicará em resultados desfavoráveis para a empresa. Da mesma forma que o profissional pode ter muita atitude, porém, não ter o conhecimento técnico e nem a habilidade necessária para desempenhar determinada atividade.

Vale destacar que os estágios têm papel fundamental para o desenvolvimento da carreira profissional, pois ouvimos muitos estudantes dizerem que a teoria é bem diferente da prática. Isso ajuda melhorar a dimensão da prática.

Atualmente o mercado de trabalho está em busca de profissionais inovadores, que pensam “fora da caixa” e que conseguem harmonizar os conhecimentos adquiridos com a prática profissional e com a vontade de fazer dar certo.

O grande desafio das organizações é alinhar o CHA dos seus talentos, pois existe a possibilidade de desenvolvimento por meio da mudança de estratégias e de técnicas de ensino e aprendizagem. Apesar de ser um conceito já bastante difundido, o CHA está cada vez mais atual e reúne a tríade que sustenta a competência.

*Juliana Barsotti é tecnóloga em Gestão de RH e graduada em Psicologia.



Os desafios de tornar a tecnologia acessível à população

Vivemos uma realidade em que os avanços tecnológicos passaram a pautar nosso comportamento e nossa sociedade.


O uso do celular, até para telefonar

Setenta e sete por cento dos brasileiros utilizam o smartphone para pagar contas, transferir dinheiro e outros serviços bancários.


Canto para uma cidade surda

O Minas Tênis Clube deu ao Pacífico Mascarenhas o que a cidade de Belo Horizonte deve ao Clube da Esquina; um cantinho construído pelo respeito, gratidão, admiração, reconhecimento, apreço e amor.


Como acaso tornou famoso notável compositor

Antes de alcançar a celebridade, e a enorme fortuna, Verdi, passou muitas dificuldades financeiras.


Gugu e a fragilidade da vida

A sabedoria aconselha foco no equilíbrio emocional e espiritual diante da fragilidade e fugacidade da vida.


Quando o muro caiu

O Brasil se preparava para o segundo turno das eleições presidenciais, entre o metalúrgico socialista Luís Inácio Lula da Silva e a incógnita liberal salvacionista Fernando Collor de Melo, quando a televisão anunciou a queda do muro de Berlim.


Identidade pessoal e identidade familiar

Cada família gesta a sua identidade, ainda que algumas vezes, de forma inconsciente.


Desprezo e ingratidão

Não sei o que dói mais: se a ingratidão se o desprezo.


A classe esquecida pelo governo

O fato é que a classe média acaba por ser a classe esquecida pelo governo.


O STF em defesa de quem?

A UIF, antigo COAF, foi criada como uma unidade do Ministério da Justiça (hoje, no BACEN) para fazer uma coisa muito simples: receber dos bancos notificações de que alguém teria realizado uma transação suspeita, anormal.


O prazer da leitura

Ao contrário do que se possa pensar, não tenho muitos amigos. Também não são muitos os conhecidos.


Desmoralização do SFT

A moralidade e a segurança jurídica justificam a continuidade da prisão em segunda instância. A mudança desta postura favorece a impunidade dos poderosos e endinheirados.