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Etapas do desenvolvimento econômico

Etapas do desenvolvimento econômico

21/07/2008 Divulgação

A idéia de desenvolvimento econômico ganhou, no século XX, lugar de destaque na agenda das discussões políticas realizadas na maioria dos países do mundo. A tendência surge com impetuosidade no pós-guerra, mas, já nos anos 30, vários países procuraram avançar no campo econômico, a exemplo do Brasil, com a política de intervenção do Estado neste domínio, e dos Estados Unidos da América, que, a partir de 1933, no governo de Franklin Delano Roosevelt colocaram em prática a política do “New Deal” ou “Novo Pacto”. Retrocedendo no tempo, vamos encontrar as primeiras preocupações teóricas com o tema no ideário Liberal Clássico, especialmente no Liberalismo Econômico do século XIX. Com Schumpeter, Keynes e outros, a questão espraia-se pelo século XX.

François Quesnay (1964 - 1774), líder dos Fisiocratas na França, descreveu, no “Tableau Economiqué”, os fluxos da economia e Adam Smith (1723-1790), na Grã-Bretanha, estudou como ocorre o crescimento da riqueza nacional de um país. O tema do crescimento econômico, “emerge”, portanto, com vigor, na obra solar, do teórico inglês ‘A riqueza das Nações’, de 1776. Neste livro, o autor procura identificar os fatores de formação da riqueza nacional; explica como o mercado opera e qual a importância do aumento do tamanho dos mercados para reduzir os custos médios de produção (efeito-escada) e permitir a produção com lucros. Expandindo-se os mercados, aumenta-se a renda e o emprego (...). O desenvolvimento ocorre, segundo Adam Smith, com o aumento de preparação dos trabalhadores produtivos em relação aos improdutivos, redução de desemprego e elevação de renda média do conjunto da população. No longo prazo, ocorre uma redistribuição da renda entre capitalistas, trabalhadores e arrendatários”. (NALI, 1999:16). Karl Marx, na obra “O Capital”, critica rigorosamente a acumulação do capital, afirmando que daí se chega à transformação da sociedade capitalista em uma sociedade socialista, embora os “elementos do desenvolvimento” partam dos assinalados pelos clássicos: terra, trabalho e capital.


O livro “Teoria do Desenvolvimento Econômico”, escrito em 1911 por Joseph Schumpeter (mas só traduzido para o inglês em 1934) diferenciou o caráter do crescimento e do desenvolvimento. Para o autor, no primeiro caso, o funcionamento da economia é caracterizado por um sistema de fluxo circular de equilíbrio, em que as variáveis econômicas só aumentaram em função da expansão demográfica. Os fluxos são normais, os preços aproximam-se da concorrência perfeita, as inovações inexistem e não há necessidade de créditos ou de empresários inovadores. Já o desenvolvimento ocorre “na presença de inovações tecnológicas”, por obra de empresários inovadores financiados pelo crédito bancário. O processo produtivo deixa de ser rotineiro e passa a existir lucro extraordinário. No fluxo circular, inexistindo inovação, não há necessidade de crédito nem de empresário inovador. Por conseguinte, os lucros são normais e os preços aproximam-se dos da concorrência perfeita”. (NALI, 1999:17) Outros marcos na abordagem do tema do desenvolvimento foram apontados pelos estudiosos, especialmente David Ricardo e John Stuart Mill, além dos outros mencionados.


No século XIX ocorreram fenômenos como as flutuações econômicas e a concentração da renda e da riqueza. O surgimento de alguns países industrializados exacerbou esta conjuntura, deixando nítidos os contrastes entre regiões e classes sociais. A partir daí, passou-se a dar mais atenção a questão do desenvolvimento associada à distribuição de ganhos.

Nos anos 30, principalmente após a queda da Bolsa de Valores de Nova York, as crises econômicas e sociais produziram turbulências contínuas no Ocidente. Na esteira da falência de empresas nos Estados Unidos e em países da Europa, cresceu o drama social do desemprego. O Estado viu-se obrigado a intervir na economia para reduzir os efeitos da crise. Nos Estados Unidos o Presidente Franklin Delano Roosevelt propôs a nação o “New Deal” um novo pacto, para tentar enfrentar os desafios. Em toda a Europa, os governantes adotaram medidas intervencionistas.



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