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Feminismo radical liberta?

Feminismo radical liberta?

07/12/2014 Caroline Viezzer

Não, não liberta, na realidade, ele promove briga entre sexos, destrói a família e torna o estado gigante - com isso temos nossa liberdade ameaçada-, que igualdade é esta que concede “direitos” exclusivos?

O capitalismo nos permite construir uma família, ter uma religião e ainda participar do mercado de trabalho. Além disso, o capitalismo facilitou muito a nossa vida com a invenção da bicicleta e da pílula anticoncepcional, pois a bicicleta nos permitiu uma forma prática de deslocamento e a pílula anticoncepcional nos concedeu a Liberdade de Escolha.

Um bom exemplo de mulher empreendedora é Mary Kay, em seu livro (escrito com experiência de uma carreira de 25 anos) afirma que estava farta de ver tantos homens que ela havia treinado sendo promovidos antes dela. Um dia, Mary Kay fez duas listas: uma abrangendo tudo de bom que as companhias para as quais ela trabalhou tinham feito; outra envolvendo tudo que poderiam ter feito melhor, então, percebeu que tinha criado um plano de marketing para uma companhia dos sonhos – um empreendimento que poderia dar às mulheres uma liberdade de sucesso pessoal e profissional.

Com todas as suas economias, e com o auxilio do filho Richard Rogers, fundou a companhia dos sonhos em uma sexta-feira 13, em 1963. Ela sempre acreditou que as prioridades da vida deveriam ser balanceadas, o que significaria para ela: “Fé em primeiro lugar, família em segundo e carreira em terceiro”. Precisamos de mulheres não vitimistas, dispostas a participar ativamente do mercado de trabalho, mas que conservem sua família e a priorizem. Nós, mulheres, devemos seguir o exemplo de Mary Kay e refutar piamente as teorias feministas e seus privilégios que só nos afastam da liberdade.

“As feministas querem reduzir a mulher a um macho mal-acabado” - Nelson Rodrigues. As mulheres também se tornaram crescentemente educadas, tanto no ensino médio e no ensino superior. Aqui também a riqueza criada pelo capitalismo tornou possível para as famílias bancarem a educação de suas crianças por mais tempo, incluindo suas filhas. Essa riqueza também foi suficiente para a renda das crianças tornar-se desnecessária para a sobrevivência. O potencial feminino mais educado e mais produtivo significava que era mais provável das mulheres serem contratadas.

Embora dificilmente receba o crédito, o capitalismo liberou as mulheres de séculos do estigma de cidadãs de segunda-classe. Logo, a Mary Kay fez muito mais pelas mulheres do que o feminismo. Enquanto o feminismo só fez barulho, a Mary Kay proporcionou trabalho flexível, com metas e plano de carreira através da meritocracia e que permite, também, conciliar uma família sendo mãe, esposa e uma profissional de sucesso sem que uma área afete a outra.

A empresa é um exemplo de sucesso, com 51 anos de existência as vendas mundiais dos produtos atingem $ 2,5 bilhões de dólares, e hoje existem mais de 2,4 milhões de Consultoras de Beleza Independente. 2,4 milhões de mulheres que conquistaram seu espaço no mercado de trabalho por conta de seus esforços e dedicação, e que a cada dia sobem na hierarquia da empresa, se tornando líderes capacitadas. Como Margaret Thatcher dizia: “Ser líder é como ser uma dama: se você precisa provar que é, então você não é”. Uma bela lição para as feministas.

* Caroline Viezzer é Estudante e colunista do Portal Liberdade em Foco.



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