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Juscelino Kubitschek

Juscelino Kubitschek

04/02/2006 Da Redação

Juscelino em três tempos: o personagem real (ao centro) e representado pelos atores José Wilker e Wagner Moura (Foto: Montagem Alex Freitas sobre fotos de Divulgação e Arquivo-AE/Reprodução)

“A partir de 1956, um rapazote de 13 anos, vivendo pobremente na casa da rua Mucuri, na Floresta, em Belo Horizonte, com sua mãe e seus irmãos, foi-se empolgando com aquele governo que implantava obras significativas e que permanecia sempre à frente dos acontecimentos espargindo confiança para ele e sua família, no bojo de uma ascensão global”. Assim o médico e psicanalista Marco Aurélio Baggio, presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais explica, na introdução do livro Juscelino Kubitschek, sua Excelência, as razões que o levaram a escrevê-lo. Confessa que, com o ex-presidente, aprendeu a amar o Brasil, além de ter firmado a convicção de que a nossa terra está fadada a ser um bom e grande país. Sem dúvida, qualquer brasileiro capaz de compreender as grandes transformações ocorridas na época em que JK realizou o seu magnífico governo, teve sentimentos e pensamentos semelhantes aos revelados pelo escritor. Talvez a única exceção ficasse por conta de udenistas radicais.

Nem é preciso dizer como a esperança de um Brasil desenvolvido, próspero e justo, que começa a tomar forma no imaginário nacional a partir da Inconfidência Mineira e outros movimentos, e amadurece plenamente no Brasil republicano, tem sido importante para várias gerações de brasileiros. Mesmo nos momentos mais trágicos da nossa história, quando o desespero e até o cinismo tomavam conta de muitos, sempre se acreditou que o desenvolvimento do país manteria o rumo traçado pelos seus fundadores. Não é preciso dizer que, nos dias de hoje, está cada vez mais difícil encontrar na alma do nosso povo. O quadro agônico vivido pelo país nos últimos lustros chegou ao ponto mais crítico. Como aconteceu em outras épocas, os governantes repetem à exaustão um discurso triunfal sobre as conquistas econômicas, mas o Brasil não tem um projeto nacional, a saúde, a educação e a segurança são precárias e o desemprego é grande. A qualquer momento, se ouvirá: “A economia vai bem, mas o povo vai mal”. Mas a economia, desde a época dos seus fundadores não estava voltada para o bem-estar humano?

Por isso mesmo, é muito bom lembrar os anos JK, no oportuno livro por Marco Aurélio Baggio, que fez justiça à vida e à obra de um homem público que, diferentemente de tantos que tentaram e tentam imitá-lo, sem conseguir, deu o melhor de si em beneficio da sofrida Pátria Brasileira.



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