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O primeiro investimento

O primeiro investimento

28/07/2016 Agostinho Celso Pascalicchio

Alguns investidores sempre continuarão investindo em caderneta de poupança.

Os motivos que determinam este comportamento podem ser diversos, como segurança, desconhecimento de outras aplicações e até comodidade pela facilidade de aplicação.

Entretanto, existem outras aplicações atualmente consideradas tradicionais e melhores, como as aplicações em títulos públicos ou Tesouro Direto, previdência privadas.

Podem também ser melhores as aplicações em fundos de investimento, certificados de depósitos bancários e interbancários conhecidos como aplicações em CDB’s e DI’s.

Para a pessoa física que resolve começar a preparar sua estratégia de investimentos no mercado financeiro, temos, portanto, diversas alternativas de aplicações. Não faltam alternativas.

Deve-se, entretanto, observar que o processo de escolha para um “investimento financeiro” deve ser analisado levando em conta o perfil de cada aplicador. As próprias instituições financeiras, no qual o investidor possui contato, avaliam este perfil.

Deve-se considerar a disposição do investidor em correr riscos, rentabilidade ou remuneração desejada, taxas e incidência de impostos ou contribuições, benefício tributário a ser obtido e observar o período de tempo em que esse dinheiro ficará investido. Um exemplo importante ao considerar o benefício tributário obtido são os investimentos nas aplicações em previdência privada.

Ao investir em um plano de previdência privada, o aplicador pode escolher entre duas modalidades, e que diferem basicamente em sua tributação. O “Plano Gerador de Benefício Livre” ou PGBL e o “Vida Gerador de Benefício Livre” ou VGBL.

O PGBL é mais vantajoso para quem faz a declaração de Imposto de Renda, ou IR, com base anual. É tributado direto na fonte, sendo possível deduzir o valor das contribuições de sua base de cálculo do IR. Isto permite uma redução do valor do imposto ou, então, aumentar a restituição do IR.

No VGBL, a tributação ocorre sobre o ganho de capital, sendo mais indicado, muitas vezes, para quem faz declaração simplificada.

* Agostinho Celso Pascalicchio é professor de economia, economia da energia e engenharia econômica/finanças.



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