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Problemas Brasileiros – Atividades Financeiras

Problemas Brasileiros – Atividades Financeiras

07/02/2006 Divulgação

Há alguns anos, comentamos aqui a criação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) pelo Governo Federal, à época do primeiro governo do Sr. Fernando Henrique Cardoso. Compete ao órgão, nos termos da lei, fiscalizar, controlar e analisar operações bancárias com volume superior a R$ 100 mil, em busca de indícios de lavagem de dinheiro.

Em caso de suspeita, o Coaf está obrigado a informar o Ministério Público Federal sobre o resultado da operação, que servirá de base a denúncia, A impressão, a época, era a de que, finalmente, o Brasil se ombreara aos países desenvolvidos na política de repressão aos delitos financeiros mais graves. Mas o tempo passou, houve a reeleição de FHC e a eleição de Lula, sem que se ouvisse falar das atividades do Coaf.

Ter-se-iam reduzido as práticas de delituosas, por força das novas medidas? Tal não ocorreu, até porque as praticas que levaram à criação do Conselho só fizeram aumentar no dia-a-dia da vida nacional.

Qualquer interessado que se dê à pachorra de pesquisar o noticiário da imprensa brasileira nos últimos anos descobrirá que, ao contrário, as operações financeiras ilegais proliferaram no território nacional como flores que desabrocham em pântanos.

No cerne dos escândalos que têm abalado a Nação Brasileira, nos últimos anos, está o dinheiro sujo, oriundo de atividades ilícitas, em torno do qual têm-se organizado um tipo de criminalidade que nada fica a dever às práticas infames das piores quadrilhas de mafiosos. E basta correr os olhos pela crônica da corrupção praticada no país para se verificar a debilidade das nossas leis, quando se trata de punir criminosos de colarinho branco.

Para não ir muito longe, basta mencionar o chamado escândalo do Banestado, em que foram ilegalmente enviadas, do Brasil para o exterior, quantias estimadas em aproximadamente 200 bilhões de dólares. Esse caso infame acabou caindo no esquecimento, depois que uma comissão Parlamentar de Inquérito, instalada para apurar os crimes cometidos, foi inviabilizada no Congresso Nacional pela ação de parlamentares aparentemente orientados para impedir as apurações, o que provocou indignação geral. Nos últimos dias, um depoimento prestado a CPI que apura o “me nsalão” reacendeu a esperança de se reabrir o caso Banestado, que pode acrescentar, as atuais falcatruas, delitos antigos e não menos graves. Foi aprovado também requerimento solicitando aprovação da CPI das Privatizações.



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