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Uma nova oportunidade para o Brasil II

Uma nova oportunidade para o Brasil II

19/01/2007 Da Redação

Um princípio elementar da vida social organizada, impõe a cada cidadão que ele esteja à altura das funções que exerce. Isso vale para motoristas de ônibus, trabalhadores da construção civil, eletricistas, bombeiros, médicos, engenheiros, professores, jornalistas, políticos e outros profissionais.

Sempre que alguma dessas pessoas mostra-se despreparada para realizar o seu trabalho, os cidadãos pagam um elevado preço. Senadores e deputados devem estar preparados para realizar o seu trabalho, que inclui a competência para legislar e fiscalizar os atos do Poder Executivo. O presidente da República e os governadores devem governar com sabedoria, competência e sensibilidade para com os problemas sociais.

Que ideais como esses iluminem as decisões dos políticos brasileiros nos próximos anos. Todas as pesquisas de opinião mostram que o povo espera por isso. Se dependesse dos cidadãos comuns, um futuro auspicioso já teria chegado para todos nós. Ora, muitas décadas têm sido perdidas por incompetência política. Isso não pode continuar a acontecer. Que se adotem, urgentemente, iniciativas capazes de mudar esse quadro.

Sem desqualificar o resto do país, fazemos votos, neste começo de ano, para que os Estados do sudeste, tendo à frente os governadores Aécio Neves (Minas Gerais), José Serra (São Paulo), Sergio Cabral (Rio de janeiro) e Paulo Hartung (Espírito Santo) possam, em sintonia, empenhar-se para transformar a região num importante eixo de desenvolvimento econômico, ajudando o Brasil a dar um salto em direção ao futuro entresonhado pelos nossos maiores.



Os desafios de tornar a tecnologia acessível à população

Vivemos uma realidade em que os avanços tecnológicos passaram a pautar nosso comportamento e nossa sociedade.


O uso do celular, até para telefonar

Setenta e sete por cento dos brasileiros utilizam o smartphone para pagar contas, transferir dinheiro e outros serviços bancários.


Canto para uma cidade surda

O Minas Tênis Clube deu ao Pacífico Mascarenhas o que a cidade de Belo Horizonte deve ao Clube da Esquina; um cantinho construído pelo respeito, gratidão, admiração, reconhecimento, apreço e amor.


Como acaso tornou famoso notável compositor

Antes de alcançar a celebridade, e a enorme fortuna, Verdi, passou muitas dificuldades financeiras.


Gugu e a fragilidade da vida

A sabedoria aconselha foco no equilíbrio emocional e espiritual diante da fragilidade e fugacidade da vida.


Quando o muro caiu

O Brasil se preparava para o segundo turno das eleições presidenciais, entre o metalúrgico socialista Luís Inácio Lula da Silva e a incógnita liberal salvacionista Fernando Collor de Melo, quando a televisão anunciou a queda do muro de Berlim.


Identidade pessoal e identidade familiar

Cada família gesta a sua identidade, ainda que algumas vezes, de forma inconsciente.


Desprezo e ingratidão

Não sei o que dói mais: se a ingratidão se o desprezo.


A classe esquecida pelo governo

O fato é que a classe média acaba por ser a classe esquecida pelo governo.


O STF em defesa de quem?

A UIF, antigo COAF, foi criada como uma unidade do Ministério da Justiça (hoje, no BACEN) para fazer uma coisa muito simples: receber dos bancos notificações de que alguém teria realizado uma transação suspeita, anormal.


O prazer da leitura

Ao contrário do que se possa pensar, não tenho muitos amigos. Também não são muitos os conhecidos.


Desmoralização do SFT

A moralidade e a segurança jurídica justificam a continuidade da prisão em segunda instância. A mudança desta postura favorece a impunidade dos poderosos e endinheirados.