Portal O Debate
Grupo WhatsApp


Vale a pena arriscar uma nova carreira?

Vale a pena arriscar uma nova carreira?

29/07/2016 Luciano Zorzal

Uma frase que ouvi anos atrás e fez diferença na minha vida foi: “O maior risco é não correr riscos”.

Lógico que o risco precisa ser calculado e muito tem a ver com o ganho futuro que se espera. Fazer mais do mesmo, sempre conduzirá a obter em tese, os mesmos resultados.

Por exemplo, um profissional que hoje pedir demissão de uma empresa e ir para outro emprego estará correndo um risco? Claro que sim. Mas, ficar na mesma empresa, também não é?

Dependendo do cenário, ficar em uma zona de conforto pode ser mais arriscado do que aceitar novos desafios. O mesmo raciocínio vale para empreendedores que abdicam de seus empregos para se lançar ao mercado convergindo para a realização de seus sonhos.

Tudo na vida tem aspectos positivos e negativos. O que muda é que o que para mim é um aspecto positivo, para você pode ser um ponto negativo. Um exemplo é a rotina. Tem pessoas que necessitam de uma, outras não a suportam.

Segundo a última pesquisa sobre Felicidade no Trabalho e Otimismo Profissional, realizada pela Etalent com o apoio da Catho, 61% dos brasileiros estão infelizes no trabalho. Muitas pessoas se dizem infelizes em sua trajetória profissional mas, ao mesmo tempo, confessam que não conhecem seu principal talento.

Saber seu talento é fundamental para a felicidade na carreira, pois quando o indivíduo sabe qual cargo está mais de acordo com o seu perfil, mas perto ele está do sucesso. Não é bom ver pessoas competentes e cheias de sonhos que por medo de se arriscarem, submetem sua carreira e vida a algo aquém de suas possibilidades.

Normalmente, são pessoas que lamentam a chegada da segunda-feira. Deve ser triste, trabalhar cinco dias na semana esperando pelo final de semana. Acredito que nós merecemos muito mais do que isso. Avalie sua carreira e quem a está conduzindo, já adianto que essa pessoa deveria ser você.

Busque alternativas e oportunidades. Faça suas análises e parta para ação: busque um novo cargo na empresa, busque outro emprego, monte seu próprio negócio, seja um franqueado...não há limites. Enfim, realize seus sonhos.

* Luciano Zorzal é consultor é auditor líder e sócio-fundador da Zorzal Consultores & Auditores Associados.



Os desafios de tornar a tecnologia acessível à população

Vivemos uma realidade em que os avanços tecnológicos passaram a pautar nosso comportamento e nossa sociedade.


O uso do celular, até para telefonar

Setenta e sete por cento dos brasileiros utilizam o smartphone para pagar contas, transferir dinheiro e outros serviços bancários.


Canto para uma cidade surda

O Minas Tênis Clube deu ao Pacífico Mascarenhas o que a cidade de Belo Horizonte deve ao Clube da Esquina; um cantinho construído pelo respeito, gratidão, admiração, reconhecimento, apreço e amor.


Como acaso tornou famoso notável compositor

Antes de alcançar a celebridade, e a enorme fortuna, Verdi, passou muitas dificuldades financeiras.


Gugu e a fragilidade da vida

A sabedoria aconselha foco no equilíbrio emocional e espiritual diante da fragilidade e fugacidade da vida.


Quando o muro caiu

O Brasil se preparava para o segundo turno das eleições presidenciais, entre o metalúrgico socialista Luís Inácio Lula da Silva e a incógnita liberal salvacionista Fernando Collor de Melo, quando a televisão anunciou a queda do muro de Berlim.


Identidade pessoal e identidade familiar

Cada família gesta a sua identidade, ainda que algumas vezes, de forma inconsciente.


Desprezo e ingratidão

Não sei o que dói mais: se a ingratidão se o desprezo.


A classe esquecida pelo governo

O fato é que a classe média acaba por ser a classe esquecida pelo governo.


O STF em defesa de quem?

A UIF, antigo COAF, foi criada como uma unidade do Ministério da Justiça (hoje, no BACEN) para fazer uma coisa muito simples: receber dos bancos notificações de que alguém teria realizado uma transação suspeita, anormal.


O prazer da leitura

Ao contrário do que se possa pensar, não tenho muitos amigos. Também não são muitos os conhecidos.


Desmoralização do SFT

A moralidade e a segurança jurídica justificam a continuidade da prisão em segunda instância. A mudança desta postura favorece a impunidade dos poderosos e endinheirados.