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Comportamento e expectativas dos franqueados mais jovens

Comportamento e expectativas dos franqueados mais jovens

27/06/2012 Divulgação

A Geração Y – composta, a rigor, por pessoas que nasceram por volta dos anos 80, em meio à evolução tecnológica – está descobrindo o franchising, que no Brasil surgiu na mesma época.

Muitos desses jovens já vêem as franquias como um bom caminho profissional. Porém, na opinião de Melitha Novoa Prado – uma das mais especializadas e respeitadas consultoras em relacionamento de redes, nos segmentos de franchising e varejo – o fato merece atenção dos franqueadores.

O alerta de Melitha tem justificativa. “Tenho constatado frequentes mudanças de ideia entre jovens franqueados, como ocorre com funcionários de empresas, que ficam insatisfeitos com o trabalho e trocam de emprego continuamente. A pessoa entra numa franquia e, sem aplicar o necessário empenho para obter retorno e sucesso, perde o interesse e ânimo e resolve passá-la adiante”, conta a advogada.

Melitha compara a atitude à volatilidade verificada nos relacionamentos – sejam pessoais ou profissionais – encorajada pela velocidade e efemeridade da Internet. “Hoje nossa sociedade anda muito superficial e intolerante, até mesmo nos negócios. Antes, a prática era plantar para poder semear. Agora sobressai a ansiedade por resultados imediatos”.

A advogada exemplifica: “Há jovens franqueados que desistem da marca antes mesmo de começar a operar, ainda no treinamento. Geralmente porque começam a perceber que não terão a liberdade que esperavam, por ter de seguir determinadas regras. E só nesta fase descobrem que o dinheiro não virá se não trabalharem mais do que pretendiam”.

A consultora vê como fatores para esse tipo de comportamento a falta de energia e de proatividade, além da primazia da autoindulgência, sobrepondo à dedicação profissional à preservação da qualidade de vida. A preocupação se agrava quando se constata que há cada vez mais pessoas de gerações anteriores se deixando levar pela tendência de “trocar de franquia como troca de roupa”. Para evitar esse tipo de problema, é preciso “blindar” a franquia e a marca, evitando macular a reputação com trocas constantes de franqueados.

Melitha dá algumas dicas ao franqueador também para aproveitar o que os jovens têm de melhor: O processo de seleção de franqueados deve ser amplo e criterioso. Muito antes da análise do perfil financeiro do candidato, deve-se considerar sua estabilidade emocional, seu momento de vida e avaliar a sua vontade de trabalhar e de liderar equipes. Identificação com produto não é sinônimo de identificação com a operação! Como em qualquer relacionamento, é preciso “seduzir” o franqueado mesmo depois do encantamento inicial, que costuma durar no máximo dois anos. Entre os jovens, isto é mais que necessário;

Para “reter talentos” e bons franqueados, independentemente da idade, o franqueador deve promover uma gestão participativa, estimulando o trabalho em equipe e a criatividade - e ainda propondo desafios;

Outra opção é compartilhar novos procedimentos e novas idéias com os franqueados; ao contrário do que possa parecer, essa conduta tende a exigir mais comprometimento e responsabilidade do franqueado;

Devem-se desenvolver programas de fidelização e premiação entre franqueados – que envolvam inclusive retorno financeiro – mais com o objetivo de incitar o crescimento conjunto do que a competitividade;

É recomendado estimular a elaboração de mudanças dentro da própria rede, como ferramentas para reduzir custos e facilitar a operação, entre outras;

Criar, inovar, sair da rotina e compartilhar ideias é fundamental para aliviar e até solucionar anseios e frustrações.



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