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Pesquisa: anuidade de cartão de crédito sobe até 188%

Pesquisa: anuidade de cartão de crédito sobe até 188%

18/09/2015 Divulgação

Instituto também analisou as taxas de juros e verificou aumento de até 42% em apenas seis meses.

Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) com os seis maiores bancos do país (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú e Santander) verificou que o custo da anuidade de cartão de crédito subiu até 188% entre agosto de 2014 e de 2015.

O aumento é mais de dez vezes superior à inflação acumulada no período, medida em 9,56%, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O levantamento também observou que cresce o número de opções de cartões oferecidos pelos bancos: só o Itaú tem 141, e o Bradesco, 63.

Juros nas alturas

Além das anuidades, a pesquisa também comparou os reajustes nas taxas de juros dos cartões de crédito dos seis bancos de janeiro – quando a taxa média praticada pelas instituições bancárias passou a ser informada pelo Banco Central – a julho deste ano.

Cartão lidera inadimplência

Segundo dados do Banco Central, em julho, o rotativo do cartão de crédito era a modalidade com pior índice de inadimplência efetiva: 37%.

Seguida do cheque especial 14% e aquisição de outros bens 9,9%.

Ou seja, mais de um terço dos consumidores que caem no rotativo do cartão não conseguem pagar as faturas em dia.

Para a economista do Idec Ione Amorim, a inadimplência explica-se tanto pelas altas taxas de juros quanto pelo incentivo que os bancos dão ao uso dessa modalidade cara de crédito.

“Nas pesquisas que o Idec está fazendo este ano com esses seis bancos, constatamos que cinco deles enviaram cartão de crédito sem solicitação logo após a abertura de conta.

Na segunda fase da pesquisa, três desses bancos recusaram empréstimo pessoal, que tem taxa de juros bem mais baixas, no valor de R$ 300, mas liberaram limites altos de crédito no cartão”, relata a economista.

“Ou seja, há um claro incentivo das instituições financeiras à modalidades mais caras de crédito, sobretudo ao cartão.

E o resultado disso é que o consumidor compromete sua renda excessivamente e não consegue pagar suas dívidas”, conclui.



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