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Pólo calçadista de Nova Serrana mostra diversificação

Pólo calçadista de Nova Serrana mostra diversificação

12/01/2006 Divulgação

Empresas da cidade mineira esperam vender na Couromoda deste ano 20% a mais que na edição de 2005. A Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro terá a presença de 85 empresários da cidade mineira de Nova Serrana. O evento, que acontece entre os dias 16 e 19 de janeiro, em São Paulo, terão um estande coletivo de 750 metros quadrados, onde estarão expostos produtos de 45 empresas. A expectativa é de vender 1,2 milhão de pares, 20% a mais que em 2005.

A participação é uma das atividades do projeto de fortalecimento da indústria calçadista da região. Realizada com a metodologia de Gestão Estratégica Orientada para Resultados (Geor), do Sebrae, a iniciativa reúne o Sindicato da Indústria do Calçado de Nova Serrana (Sindinova), Sebrae e Federação das Indústrias do Estado. O setor enfrenta dificuldades por causa da concorrência com os produtos chineses e do baixo valor do dólar em relação ao real.

O empresário Edimar Gois tem sua marca de sandálias femininas no mercado há apenas um ano e encara com otimismo as dificuldades. "Quando conseguimos uma modelagem que cai no gosto do consumidor, principalmente para o público feminino, não deixamos de vender", explica. Investimento em qualidade também ajuda a manter os resultados da empresa. "Esta coleção está com uma palmilha mais confortável e macia. As estampas florais também farão sucesso", acredita Edimar Gois.

Com a feira, ele quer abrir caminho no mercado nordestino que, por causa do clima, consome sandálias também no inverno. "Acredito que as vendas terão aumento de 30% depois da Couromoda", diz o empresário. É pensando também no litoral do Nordeste que Graziele Lacerda vai a São Paulo. Sua fábrica também produz sandálias femininas e este ano pretende recuperar o desempenho fraco que, em 2005, fez com que a indústria parasse a produção por aproximadamente seis meses. "Em 2004 chegamos à cerca de 1,5 mil pares por dia e no último ano foram apenas oitocentos", conta.

Segundo a empresária, a principal causa da falta de encomendas foi o câmbio desfavorável à exportação. "Mesmo para quem não vende pra fora, o dólar baixo faz com que grandes empresas inundem o mercado interno e fica mais difícil para as pequenas competir", explica Graziele Lacerda.

Para recuperar as vendas, ela aposta em variedade para a coleção 2006. "Nosso mostruário deste ano tem 70 modelos, bem diferentes dos 30 de 2005", diz. A fábrica e os 12 funcionários dedicaram os últimos 20 dias para a produção das peças que serão lançadas na feira.

As duas empresas são exemplo da diversificação do pólo, conhecido pelos calçados esportivos. "Hoje é possível encontrar diversas fábricas que optaram pela produção de sandálias e outros tipos de calçados, até então pouco expressivos", garante o presidente do Sindinova Júnior César Silva.

Com investimento em design, matérias-primas e inovações tecnológicas, a concorrência chinesa e o dólar desfavorável para a exportação não foram suficientes para barrar o crescimento da região. De acordo com o sindicato, o faturamento das empresas teve crescimento de 18% em 2005. No ano anterior as empresas faturaram R$600 milhões.

Apesar dos avanços financeiros, o pólo mineiro não deve registrar aumento no volume de produção, mantendo o índice de 2004, registrado em 77 milhões de pares ao ano. Em 2006 estima-se que o faturamento será 20% maior que em 2005. "Nossa previsão não é otimista, é apenas um reflexo da mudança de mercado que Nova Serrana vem buscando", afirma o presidente do sindicato.



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