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A arte pode ser um investimento muito lucrativo

A arte pode ser um investimento muito lucrativo

16/08/2019 Da Redação

Saiba como lucrar fazendo aplicações neste setor.

A arte pode ser um investimento muito lucrativo

O relatório anual do grupo Art Basel – que comanda as principais feiras de arte do mundo – apontou que o mercado da arte alcançou o segundo maior valor total de vendas dos últimos dez anos, chegando no ano passado a atingir a marca dos US$ 67,4 bilhões, cerca de R$ 260 bilhões de reais. Estes números representam um crescimento de 6% em relação a 2017. No Brasil, o setor movimentou em torno de R$ 500 milhões em 2016, segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Arte Contemporânea (Abact).

Neste contexto bastante positivo para o mercado da arte, investir na área pode ser muito lucrativo e vantajoso. No entanto, uma grande parte das pessoas não sabem como funciona esta modalidade de investimento e se deparam com vários questionamentos. Dentre eles estão: quais cuidados devem ser assumidos na hora da compra? Quais são os principais erros que devem ser evitados? Quais fatores podem acarretar uma maior valorização da obra de arte? Quais fatores podem influir na definição do preço de uma obra?

Para responder estas e outras perguntas, o economista Daniel Ribeiro, que também é sócio fundador da Monteverde Investimentos – empresa que receberá uma palestra sobre o tema no dia 21 de agosto – , aponta a seguir os principais passos a serem seguidos para  lucrar investindo em arte.

O economista explica que o investimento no mercado de arte pode ocorrer por meio da compra de obras, da aplicação em galerias e leilões, ou mesmo do oferecimento de aporte financeiro a artistas em ascensão. “Ao contrário do que a maioria das pessoas acredita, hoje não é preciso   investir uma grande quantia de dinheiro para obter lucro a longo prazo nesta área. Uma pessoa pode investir no setor por meio de contribuições a partir de 500 reais”, aconselha.

Segundo Daniel, os investidores de menor porte podem começar pela compra de esculturas, telas, fotos, gravuras, dentre outros. “Durante o processo de aquisição, é muito importante saber a procedência e ter o certificado de autenticidade da peça, pois estas informações são primordiais para a manutenção do preço do bem adquirido”, afirma.

Conforme o economista, por ser muito diverso e amplo, este tipo de mercado proporciona aos seus investidores diferentes estratégias de aplicação. “Por exemplo, um investidor pode tanto negociar a compra de uma obra quanto optar por fundos de investimento em arte”, esclarece.

O primeiro conselho para começar a aplicar nesta área é se informar sobre ao mercado. Pesquise sobre o assunto, busque a orientação de um especialista e frequente feiras e galerias para se atualizar quanto ao setor. Também é muito importante lembrar que o investidor, antes de tudo, precisa gostar de arte. Além disso, ele também deve identificar quais são os atributos artísticos que mais o atraem em uma obra.

Além de compreender as características desse mercado, é indispensável que o capital voltado ao investimento seja direcionado especialmente para isso. “Muitas pessoas tendem a investir o dinheiro reservado para emergências, acreditando que o mesmo será reposto em pouco tempo por meio do lucro gerado pela valorização da obra de arte adquirida. No entanto, essa atitude não é recomendável, pois o mercado costuma ter alto risco. A obra pode não ser tão valorizada quanto o esperado ao longo dos anos, e isso consequentemente, pode prejudicar a lucratividade advinda do investimento”, aconselha.

De acordo com Daniel, outra qualidade que um investidor iniciante deve ter é a calma, pois este tipo de investimento somente produzirá lucro a médio e longo prazo. “Em algumas situações, a valorização de uma obra pode demorar vários anos, por isso é imprescindível que as pessoas fiquem atentas as novidades do mercado e se informem quanto ao melhor momento para comprar ou vender uma obra”, indica.

Com todas estas particularidades, o economista salienta que o investimento no mercado de arte não é o mais recomendável para pessoas que não possam manter os seus recursos aplicados por um maior período de tempo. “Por possuir tais aspectos, este tipo de aplicação é indicado para indivíduos que já possuam uma carteira diversificada e que estejam dispostos a correr um maior risco”, conclui.

Naves Coelho Comunicação



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