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O mineirinho Lewis Hamilton

O mineirinho Lewis Hamilton

11/06/2007 Divulgação

E aconteceu: Lewis Hamilton venceu sua primeira corrida na Fórmula 1.

 Desde o início da temporada, o inglês de 22 anos vinha se destacando pela regularidade, pela tocada segura e com poucos erros e por mostrar-se absolutamente à vontade numa categoria cheia de superstars, e na qual ele é estreante. Mas de onde veio esse jovem brilhante?

No início, muita gente pensou que se trataria apenas de uma novidade curiosa, pelo fato de ser o primeiro negro a correr na F1. Mas Lewis (pronuncia-se “Lúis”) vinha sendo preparado há mais de 10 anos para este momento. Neto de imigrantes da ilha de Granada, ex-colônia britânica no Caribe, o garoto já trazia no nome a vocação da velocidade: seu pai, Anthony Hamilton, era admirador do atleta norte-americano Carl Lewis (detentor de várias medalhas olímpicas em corrida e saltos), e resolveu homenageá-lo dando seu nome ao filho. 

Como o menino se interessou desde muito cedo por carros e motores, Mr. Hamilton tratou de encaminhá-lo para as corridas de kart. Mas ser kartista custa caro, tanto lá como cá. Acreditando no potencial do garoto, o pai arrumou um segundo e um terceiro empregos, para poder ser seu “paitrocinador”. A família era pobre, mas com o esforço de todos e mais uma ajuda dos amigos, que doavam um pneu ou faziam uma vaquinha para a gasolina, Lewis pôde seguir correndo – e colecionando vitórias. 

O doce sabor da vitória

Em 1995, o garoto venceu uma competição, e um dos convidados para a solenidade de entrega de prêmios era ninguém menos que Ron Dennis. Muito desinibido, Lewis foi até chefão da McLaren e  pediu um autógrafo. Três anos depois, encontraram-se novamente e Ron lembrou-se do garoto. Quis saber mais sobre ele, gostou do seu desempenho como kartista e resolveu investir em sua carreira.

Na verdade, Ron Dennis praticamente adotou Lewis, passando a orientá-lo e ajudá-lo a obter patrocínios. Claro, mediante um contrato de longo prazo. A aposta foi certa: depois de vários títulos no kart, entre 1996 e 2000, o jovem conquistou o Campeonato Inglês de F-Renault em 2003 e o Europeu de F3 em 2005. No ano seguinte, passou à GP2 e sagrou-se igualmente campeão, derrotando o favorito Nelsinho Piquet. Ao mesmo tempo, já atuava como piloto de testes da McLaren, ganhando quilometragem na categoria máxima do automobilismo.

Quando da ruidosa saída de Juan-Pablo Montoya da equipe no ano passado, Ron Dennis chegou a pensar em colocar Lewis para correr. Mas achou melhor preservar o garoto e deixá-lo concentrar-se na GP2. Meses depois, após uma espécie de vestibular contra Pedro de la Rosa, Hamilton foi anunciado como titular para 2007. Deveria ser uma temporada de aprendizado, ajudando o time inglês a somar pontos. Isto porque seu companheiro de equipe é o bicampeão Fernando Alonso, contratado a peso de ouro. Obviamente, seria nele que a equipe jogaria suas fichas. 

Só que Lewis não gostou do papel de coadjuvante: já estreou chegando em 3º na Austrália. Depois, uma surpreendente sucessão de 2ºs lugares: Malásia, Bahrein, Espanha e Mônaco. E no Canadá, sua 6ª corrida na F1, fêz a pole e venceu. Se a vitória não foi propriamente uma surpresa, pois já se anunciava, o inesperado é que agora ele é o líder isolado do campeonato, com 48 pontos, contra 40 de Alonso e 33 de Felipe Massa. Mais do que isso, Lewis Hamilton tem sido extremamente regular e eficiente, indo ao pódio em todos os grandes prêmios. E como os carros da McLaren vêm se mostrando bastante velozes e confiáveis, ele, que chegou de mansinho, agora é favoritíssimo ao título. Seus adversários que se cuidem...



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