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A incômoda cicatriz da cesárea

A incômoda cicatriz da cesárea

18/05/2010 Divulgação

O Brasil tem o título de campeão mundial de cesarianas realizadas por planos de saúde. Em 2008, as cesáreas representaram 85% dos partos feitos por meio dos convênios, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar.

O porcentual é bem alto, considerando-se os 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Esse alto índice registrado pelo setor de saúde suplementar acaba elevando o total de cesarianas realizadas no Brasil para 43%,  considerando os setores público e privado. Se fosse levado em conta somente o percentual do sistema público de saúde, de 26%, o País estaria próximo ao que é recomendado pela OMS e aos níveis de países desenvolvidos, como Holanda (14%) e Estados Unidos (26%).Com um tempo de recuperação que varia de mulher para mulher, a cesariana dá um trabalho e tanto para o organismo.

São muitas camadas de tecido para cicatrizar, do útero até a parede do abdômen. Essa cicatrização pode ocorrer muito bem, mas, em alguns casos, causa problemas. A cicatriz no útero vai ter efeito na próxima gravidez, quando pode ocorrer problemas como placenta prévia e deslocamento prematuro da placenta. Depois do parto, a abertura feita pelo bisturi demora pelo menos quatro semanas para cicatrizar e um mês para se definir. Na cesariana, o corte é feito em um local onde não há tensão muscular. Por esse motivo, a mulher só vai desenvolver o quelóide caso tenha disponibilidade genética ou algum outro fator que agrave a cicatriz. O quelóide é uma cicatrização exagerada e volumosa que pode acontecer em algumas partes do corpo como barriga, tórax, braços e lóbulos da orelha.

Fonte: MW Consultoria de Comunicação



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