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A obesidade infantil e o consumo excessivo de telas

A obesidade infantil e o consumo excessivo de telas

20/05/2019 Dr. Henrique Eloy

Atualmente, os dispositivos eletrônicos, como celulares e computadores, também são grandes vilões para a obesidade

A obesidade infantil e o consumo excessivo de telas

A estatística de crianças obesas cresce cada vez mais. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que são 42 milhões de casos no mundo somente entre as crianças com até cinco anos de idade. Além disso, acreditam que até 2022 existirão mais crianças obesas do que abaixo do peso em todo o mundo.

As causas da obesidade infantil são variadas, desde uma alimentação rica em açucares e gorduras a aspectos genéticos, por exemplo. Atualmente, os dispositivos eletrônicos, como celulares, tablets, televisão e computadores, também são grandes vilões por acarretar no sedentarismo.

Apesar do consumo de telas ser cada vez mais frequente no mundo inteiro, esse hábito está tornando as crianças mais sedentárias. Segundo a OMS, 80% dos adolescentes “não são suficientes ativos fisicamente”. De acordo com o estudo Sedentary Behaviors in Today’s Youth: Approaches to the Prevention and Management of Childhood Obesity: A Scientific Statement From the American Heart Association, publicado no periódico American Heart Association, o excesso de tempo que as crianças têm estado em frente as telas estão diretamente ligadas ao sobrepeso e à obesidade.

Os números são bastante preocupantes e apontam para uma grande possibilidade de que esses indivíduos se mantenham obesos ou com sobrepeso durante a vida adulta. “A obesidade nessa fase prejudica a saúde, não somente na área física, como também a psíquica e a vida social. Com causas multifatoriais, a obesidade está sofrendo maior estímulo por parte de características socioculturais e comportamentais da sociedade atual”, afirma o Dr. Henrique Eloy, especialista em endoscopia digestiva e gastroenterologia.

A fim de amenizar a crescente obesidade, a Organização Mundial de Saúde divulgou uma cartilha orientando que crianças menores de cinco anos passem menos tempo diante das telas e mais tempo se exercitando, já que pertencem a uma faixa etária crucial para o desenvolvimento de um estilo de vida. Segundo a instituição, menores de dois anos não devem ter contato com telas.

Por isso, os pais, mais do que nunca, desempenham um papel fundamental na criação de hábitos saudáveis. “Manter as crianças longe de seus dispositivos não é fácil, mas os pais precisam impor regras e limites. Elas sempre encontrarão o que fazer se o tempo com dispositivos eletrônicos for restringido”, aconselha o médico.

No próximo dia 3 de junho, é celebrado o Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil. O principal objetivo desta data consiste em conscientizar a população sobre os cuidados necessários para combater esta doença que afeta milhares de crianças em todo o mundo.

Henrique Eloy orienta que o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes deve ser multidisciplinar, contando com o acompanhamento obrigatório de uma equipe de profissionais qualificados, desde um nutricionista até um instrutor de esportes. Mas também alerta que a mudança comportamental de toda família é a principal ferramenta no combate à doença.O tratamento medicamentoso e cirúrgico em crianças é totalmente contraindicado, já em adolescentes, a prática deve ser realizada somente em casos excepcionais, com a indicação formal de toda a equipe. “É de suma importância nestes casos, que antes da realização de uma cirurgia, seja avaliada a maturação óssea destes pacientes, pois caso ela não esteja completa, a operação não pode ser autorizada. Para evitar o uso da cirurgia, os procedimentos endoscópicos – como o balão intragástrico – pode ser uma indicação eficaz para o tratamento da obesidade em adolescentes”, conclui.

Fonte: Naves Coelho Comunicação



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