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Assimetria dos seios não é motivo para alarde

Assimetria dos seios não é motivo para alarde

30/03/2006 Divulgação

Pesquisadores da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, analisaram 252 mulheres sem histórico de câncer de mama e chegaram à conclusão de que ter seios assimétricos pode ser considerado um fator de risco para desenvolver a doença. Segundo o estudo, publicado no Breast Câncer Research, para cada 100 mililitros de assimetria entre as mamas, as chances de ter câncer de mama aumentam em 50%.

"O fato é que mamas maiores têm mais tecido mamário, mais células que, conseqüentemente, correm mais risco de se tornarem cancerosas", diz Francisco Marziona, médico oncologista do Hospital Santa Paula.

Na opinião do especialista, o problema maior não está focado na assimetria dos seios, mas na densidade mamária. "Se dividirmos a mama em quadrantes, observaremos que o quadrante superior externo (próximo à axila), em geral, é o mais acometido por câncer. Até provem o contrário, esse fato é devido ao maior acúmulo de tecido mámario neste quadrante e, conseqüentemente, maior número de células. É difícil encontrar-se dois seios exatamente iguais e, em geral, o esquerdo é maior. Daí 51% de incidência de câncer nessa mama. A não ser que a assimetria mamária seja exorbitante, nada a fazer quanto a este fato. O mais importante é a mulher estar devidamente informada sobre a necessidade de procurar seu ginecologista pelo menos uma vez por ano, ser examinada e realizar exame de mamografia ou ultra-sonografia".

Marziona reforça que a assimetria ou a alta densidade das mamas são apenas outros fatores de risco, lembrando que fatores como histórico de câncer de mama na família, gravidez tardia ou ter menstruado muito cedo (antes dos 12 anos) também são fatores que contribuem para o aparecimento da doença.

Fonte: Dr. Francisco Marziona, médico oncologista do Hospital Santa Paula e do Instituto Paulista de Cancerologia.



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