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AVC é a segunda maior causa de morte entre as mulheres brasileiras

AVC é a segunda maior causa de morte entre as mulheres brasileiras

25/10/2019 Divulgação

Segundo o Ministério da Saúde, 73.920 mulheres morrem por ano no Brasil em função do derrame.

AVC é a segunda maior causa de morte entre as mulheres brasileiras

Dormência na face, nos braços ou nas pernas; perda repentina da força muscular, visão ou memória; tontura, dores de cabeça e dificuldade súbita da fala. Tudo isso pode ser sinal de que a pessoa está sofrendo um Acidente Vascular Cerebral, também conhecido como derrame ou AVC.

Segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados em março deste ano, a enfermidade é a segunda maior causa de morte entre as mulheres brasileiras, ficando atrás somente do infarto. Com intuito de conscientizar a população sobre os riscos do derrame, a data 29 de outubro foi escolhida como Dia Mundial de Combate ao AVC.

De acordo com o médico clínico geral do Hospital Felício Rocho, Dr. Ângelo Pimenta, existem dois tipos de AVC, o isquêmico e o hemorrágico. “O AVC isquêmico é o mais comum, representa cerca de 80% dos casos. Nele, há falta de circulação do oxigênio no cérebro, provocando a obstrução de uma ou mais artérias”, explica.

Os dados do Ministério da Saúde apontaram que 73.920 mulheres morrem por ano em consequência do AVC. Estima-se que 30% das pessoas que sobreviveram ao ataque não conseguem se locomover sozinhas e que 70% delas ficaram com alguma sequela no corpo, como comprometimento dos movimentos, dificuldade na fala, déficit de memória, alteração da coordenação e do equilíbrio, lesões no tronco cerebral, entre outras.

“Os fatores de risco são os mesmos para homens e mulheres, entre eles, a idade, o tabagismo, colesterol alto e, principalmente, a negligência com a hipertensão arterial. Em muitos casos, a pessoa só descobre que tem hipertensão depois de sofrer um AVC”, afirma.



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