Portal O Debate
Grupo WhatsApp


Dança é aliada na luta contra o câncer

Dança é aliada na luta contra o câncer

02/04/2019 Divulgação

Zumba auxilia pacientes oncológicos durante o difícil processo de tratamento da doença

Dança é aliada na luta contra o câncer

O câncer é a segunda maior causa de mortes no mundo e estima-se que tenha surgido mais de 18 milhões de novos casos no último ano, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Só no Brasil, esse número é em torno de 582 mil.

Pesquisas contínuas e inovações na medicina melhoraram significativamente a detecção precoce e o tratamento dos diversos tipos de tumores, dando aos pacientes maiores esperanças de sobrevivência e cura. No entanto, a jornada no combate à doença não é fácil e requer perseverança, além do apoio de familiares e amigos.

Uma parte importante no momento do diagnóstico do câncer é reconhecer as emoções e os sentimentos. De acordo com a Sociedade Americana de Câncer, tratamentos que lidam com esses pilares - também conhecidos como intervenções psicossociais - podem ajudar os pacientes a lidarem com o sofrimento, melhorarem a qualidade vida e o bem-estar em todo o processo curativo.

Assim como para a população em geral, é essencial que a prática do exercício físico seja prazerosa para os pacientes. “É importante que estejam em um ambiente em que se sintam apoiados e tenham um convívio social. Por isso, a Zumba pode ser uma alternativa pois, além dos benefícios físicos no manejo dos sintomas, também é uma aula que promove suporte psicossocial”, explica Regina Chamon, médica hematologista e especialista em medicina Integrativa do Centro Paulista de Oncologia.

Segundo a especialista, a prática de exercício físico para os pacientes é importante em todas as fases do tratamento, desde que sejam liberadas pelo oncologista. “É essencial que a pessoa tenha o hábito de se exercitar. A atividade física ajuda a reduzir os efeitos colaterais causados pela quimioterapia como fadiga, alterações do sono e perda de massa muscular. E, após o término do processo (quimioterapia, radioterapia ou cirurgia), a prática tem o importante papel de reduzir o risco de doença óssea, além de prevenir futuros problemas como ganho de peso, elevação do colesterol e redução do risco de doença cardiovascular”, acrescenta.

Fonte: http://www.zumba.com.



Autismo, comorbidades e Covid-19

Muitos pais ficam com dúvidas sobre como o novo coronavírus (COVID-19) pode ser perigoso ou não para quem tem o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).


Pais, acolham seus filhos adolescentes

Eles podem estar sofrendo…


STF reconhece profissão de optometrista

A exemplo do que acontece no exterior, prescrição de lentes de grau não é mais exclusividade de médicos no Brasil.

STF reconhece profissão de optometrista

O home office e a dor nas costas

Muitos não possuem os devidos materiais para evitar dores na hora de fazer o home office.

O home office e a dor nas costas

Psicólogo mineiro lança canal educativo sobre saúde mental

O espaço é dedicado à divulgação de conteúdo de utilidade pública, bem-estar e qualidade de vida.


Pandemia é “sinal amarelo” para risco de automedicação

Prática traz sérios problemas para a saúde e não trata adequadamente as doenças.

Pandemia é “sinal amarelo” para risco de automedicação

Pessoas com visão monocular lutam para serem reconhecidas como pessoas com deficiência

Cegueira de um dos olhos chega a reduzir o campo visual em 25%.


Plano de saúde não pode negar tratamento prescrito por médico e deve cobrir teste de Covid

Os planos de saúde limitam, de forma significativa, o tratamento a ser aplicado ao paciente.


Pico de bronquiolite deve ocorrer no segundo semestre

A pandemia mudou radicalmente o perfil das internações infantis neste ano.


Hipertensão: a primeira aferição é capaz de diagnosticar o problema?

O diagnóstico e o início precoces do tratamento da hipertensão arterial são fatores essenciais para o controle da doença.

Hipertensão: a primeira aferição é capaz de diagnosticar o problema?

Orientação médica à distância requer cautela nos procedimentos

A telemedicina é um modo de exercer a medicina em que o contato acontece por meios digitais, via voz e vídeo.

Orientação médica à distância requer cautela nos procedimentos

Diferencie fome emocional da fome física

Durante a pandemia do novo coronavírus, muitos de nós ficamos mais ansiosos com medo do futuro e com a sensação de que todos os dias parecem iguais.