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Depressão e infarto uma combinação fatal

Depressão e infarto uma combinação fatal

27/10/2005 Divulgação

Pessoas que têm entupimento das artérias do coração, possuem sérios riscos de morte por infarto do miocárdio.

Se associada à depressão, o quadro pode se agravar ainda mais. Estudos revelam que a depressão quando associada ao infarto agudo do miocárdio, durante ou após a hospitalização, aumenta de duas a três vezes o risco de morte ou de outras complicações cardíacas não-fatais.

Uma pesquisa avaliou mais de 800 pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio e constatou que a depressão moderada ou grave logo após a cirurgia, ou ainda persistente nos seis meses seguintes, aumenta significativamente o risco de morte, conforme publicado por M.M. Burg, C. Benedetto e R. Soufer, no Psychosom Med.

Segundo o Prof. Dr. Sérgio Tamai, psiquiatra e chefe do Departamento de Psiquiatria e Psicologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, pessoas deprimidas tendem a negligenciar o autocuidado, prestam menos atenção à dieta e têm menos motivação e energia para praticar exercícios regulares. "Estes pacientes apresentam, com muita freqüência, comportamentos de risco.

Além disso, é comum entre eles a presença de outros fatores de risco. A procura por cuidados médicos é menos provável e a freqüência com que acontece a aceitação e a aderência ao tratamento é pequena", explica o médico, autor da separata "Depressão e Infarto do Miocárdio", que está sendo distribuída pela Libbs Farmacêutica para médicos psiquiatras e neurologistas em todo o País.

O processo inflamatório é outro fator que está intimamente ligado às doenças cardíacas. A inflamação causada pela hipertensão e pelo alto teor de colesterol no sangue pode danificar as paredes das artérias e, assim, contribuir para o processo de aterosclerose. Existem evidências de que na depressão há níveis elevados de proteína C-reativa e interleucina-6, que causam um processo inflamatório ativo.
 



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