Portal O Debate
Grupo WhatsApp


Dia 25 de setembro: Dia Mundial do Coração

Dia 25 de setembro: Dia Mundial do Coração

18/09/2006 Divulgação

A Organização Mundial da Saúde promove no dia 25 de setembro, a comemoração do Dia Mundial do Coração com o objetivo de conscientizar a população sobre as doenças que atingem o sistema cardiovascular e que são responsáveis por quase um terço das mortes no mundo por ano.

A Sociedade Européia de Cardiologia definiu como epidemia global e crescente a mortalidade por doenças cardiovasculares, em geral, e pelo infarto agudo do miocárdio, em especial.

De acordo com as estimativas da entidade, nas próximas três décadas, a incidência da doença irá quase dobrar globalmente, passando de 85 milhões de incapacitações anuais, registradas em 1990, para 160 milhões, em 2020. "O mais alarmante desta estimativa é o fato de que 80% dessas ocorrências recairão sobre os países em desenvolvimento, grupo no qual o Brasil está incluído", afirma a endocrinologista e nutróloga Ellen Simone Paiva, diretora-clínica do CITEN. 

Em 2005, a Sociedade Brasileira de Cardiologia apresentou, durante o seu Congresso anual, os resultados da pesquisa "Projeto Corações do Brasil". O estudo foi centrado no levantamento dos fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Segundo a pesquisa, os principais fatores de risco modificáveis para a saúde do coração do brasileiro são:

- Hipertensão Arterial: 28,5% dos brasileiros são hipertensos com PA > 140x90mmHg;
- Glicose elevada: 9% dos brasileiros têm glicemia > 110mg/dL;
- Obesidade: 34,5% dos brasileiros têm sobrepeso e 22,5% são obesos;
- Tabagismo: 24,2% dos brasileiros fumam regularmente;
- Sedentarismo: 83,5% dos brasileiros não fazem qualquer tipo de exercício físico;
- Gorduras no sangue: 14% dos brasileiros têm triglicérides acima de 200mg/dL e 21% deles têm colesterol acima de 200mg/dL;
- Bebidas alcoólicas: 13% dos brasileiros fazem uso diário do álcool e 77% deles o consomem de 1 a 3 vezes por semana.

O aumento das doenças cardiovasculares em países em desenvolvimento resulta de três fatores principais: a queda da mortalidade por doenças infecciosas que aumenta a expectativa de vida; mudanças no estilo de vida associadas à urbanização nas nações em desenvolvimento e, em especial, à susceptibilidade genética de certas populações expostas anteriormente à situações de privação, com seleção de genes que favorecem o estoque de energia e obesidade.

Nas últimas décadas, a globalização da produção e a indústria alimentícia têm disponibilizado "uma grande quantidade de alimentos ricos em gordura, baratos, saborosos e de péssima qualidade nutricional. Além de não atender às necessidades nutricionais dos indivíduos, esses alimentos são, em sua grande maioria, pobres em fibras e micronutrientes, altamente calóricos e ricos em gordura saturada e gordura hidrogenada", alerta a endocrinologista.

Para prevenir o aparecimento de doenças cardiovasculares, a diretora-clínica do CITEN fornece algumas orientações nutricionais:

- comer com menos sal para prevenir e favorecer o controle da hipertensão arterial;
- atingir e manter um peso ideal, pois a obesidade é claramente um dos maiores fatores de risco para o coração;
- manter o diabetes sob controle, pois ele é seguramente o outro maior fator de risco para o coração; 
- evitar alimentos ricos em colesterol e evitar as dietas hipercalóricas. Gorduras elevadas no sangue não costumam causar sintomas e podem passar desapercebidas. Uma dieta saudável é fundamental para normalizar os níveis de colesterol e triglicérides;
- acrescentar à dieta duas porções de peixes por semana, principalmente aqueles ricos em gordura benéfica, os famosos ômega-3;
- substituir o leite e seus derivados integrais por desnatados; 
- trocar a manteiga e a margarina cremosa comum pelas versões menos calóricas e sem as gorduras hidrogenadas, requeijão light, queijo branco ou ricota;
- evitar o consumo de banha de porco, bacon, gordura de coco e azeite de dendê;
- retirar a pele do frango antes do cozimento;
- dar preferência aos óleos vegetais (soja, milho, canola e oliva);
-consumir alimentos com maior quantidade de fibras, como grãos e cereais integrais, verduras, legumes e frutas. 

Controle do peso, exercícios regulares, nutrição saudável e distância do cigarro desempenham um importante papel na saúde cardiovascular do indivíduo.

Fonte: Excelência em Comunicação



Vacina para a Covid-19, o que precisamos saber

Qualquer notícia sobre a produção das vacinas contra a Covid-19 sempre deixa a população mundial esperançosa.

Vacina para a Covid-19, o que precisamos saber

Ministério da Saúde lança campanha de amamentação

Amamentação reduz mortalidade infantil e risco de câncer de mama.

Ministério da Saúde lança campanha de amamentação

Seminário internacional sobre autismo aborda ética no tratamento

No dia 22 de agosto, acontece o XVIII Seminário Internacional do Instituto LAHMIEI - Autismo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).


Como saber se tenho bruxismo?

Dor na mandíbula e cabeça ao acordar são sintomas comuns.

Como saber se tenho bruxismo?

As novas maneiras de olhar e cuidar da saúde física e mental

Muito tem se falado sobre o impacto da pandemia e do distanciamento social na vida das pessoas.


Consultas odontológicas diminuem 80% durante a pandemia

Pesquisa feita pela UFPel diz respeito às consultas odontológicas na rede pública.

Consultas odontológicas diminuem 80% durante a pandemia

Aspectos emocionais do câncer

O câncer coloca a pessoa em situação limite, pois carrega o estigma da morte e do sofrimento.


Vacinas: destrinchando as fases da produção

A história do processo de produção das vacinas remonta aos trabalhos realizados pelo naturalista e médico inglês Edward Jenner, no final do século XVIII.

Vacinas: destrinchando as fases da produção

Lançado e-book com rotina de médicos em UTIs na pandemia

Prosas, versos e muita emoção mostram a nova realidade dos profissionais.


Síndrome de Burnout deve atingir diversos profissionais pós-pandemia

Cansaço, fadiga e estresse no trabalho podem ser mais sérios do que se imagina

Síndrome de Burnout deve atingir diversos profissionais pós-pandemia

Qual é o plano futuro para o setor de saúde depois da pandemia?

O setor de saúde deverá se reinventar, assim como vários setores da economia.

Qual é o plano futuro para o setor de saúde depois da pandemia?

Baixa adesão faz Ministério da Saúde ampliar campanha contra sarampo

Pessoas de 20 a 49 anos poderão se vacinar até o dia 31 de agosto, em todo o país.

Baixa adesão faz Ministério da Saúde ampliar campanha contra sarampo