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Dificuldade para mudar o estilo de vida dos hipertensos

Dificuldade para mudar o estilo de vida dos hipertensos

08/07/2010 Divulgação

É compreensível que o ser humano se sinta extremante inconformado com as limitações impostas pelas doenças crônicas. Isso ocorre com o diabetes, com a obesidade e também com a hipertensão arterial.

Há um estágio inicial, após o diagnóstico, em que as pessoas até tentam seguir as orientações médicas. Mas, com o passar do tempo, o ânimo inicial cede lugar para o cansaço, a dieta restrita em sal, tão importante para o tratamento eficaz, já não é seguida à risca, o uso comedido do álcool sucumbe ao abuso. A práticas de atividade física e a suspensão do tabagismo parecem muito difíceis de serem implementadas. Há uma rebeldia ou uma total negligência aos detalhes já bem reconhecidos como protetores ou facilitadores do tratamento. Realmente, devemos ser realistas. A vida não poderá mais ser como antes...

Mas ela pode ser muito melhor do que antes, se formos maduros e estivermos engajados no nosso próprio tratamento. Além disso, quando um paciente, na faixa dos 45 - 55 anos fica hipertenso, já não seria em boa hora para ele começar a cuidar melhor do seu peso e da sua ingestão de sal? Já não está na hora de parar de fumar, beber menos, se exercitar mais e finalmente adotar um estilo de vida mais adequado à sua idade? Os medicamentos para o tratamento da hipertensão arterial estão numa fase de avanço tecnológico que dificilmente não conseguimos normalizar a pressão de um paciente.

Entretanto, mesmo com uma pressão arterial normal, com o uso de vários medicamentos hipotensores, um paciente obeso, sem atividade física, que beba muita bebida alcoólica e/ou fume, poderá não se livrar das complicações crônicas da hipertensão, como o infarto e o derrame. Assim, essas mudanças de hábitos do paciente hipertenso são tão importantes para o tratamento da doença como os medicamentos hipotensores disponíveis no mercado.



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